Ouso escrever.

The end is just a new beginning. So help me God and keep me step fast.

A FILOSOFIA E A MISSÃO DESTE BLOG INCLUI A DIFUSÃO DA CULTURA E A UTILIDADE PÚBLICA.

"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

"Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar." (Carlos Drummond de Andrade)

Fé Esperança Caridade

Fé Esperança Caridade
Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

Filiado a International Writers Association

Meus livros são minha essência e a minha terapia ocupacional.
CRÉDITO DE IMAGENS
Algumas obtidas na internet e formatadas com programas "freeware".


ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA.

ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA.
ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA - DOWNLOAD? POR FAVOR, CLIQUE NO TÍTULO.

O brasão


quarta-feira, 19 de março de 2014

DIVULGAÇÃO...

Do  livro "SEM HORA MARCADA" de autoria da escritora maranhense

Benedita Azevedo

 
LIBERDADE CAPTURADA
 
E a censura combatida
Na ocasião da ditadura
Volta pelas mãos daqueles
Que queriam abertura;
Agora nos seus domínios
Vê-se os grandes em declínios
A liberdade em captura.

terça-feira, 18 de março de 2014

MEDALHA TRIBUTO À ACADÊMICA DR.ª NILZA PINHEIRO DE ATHAYDE LIEH


Um determinado trecho do poema AGORA de Helena Kolody, encontraremos:

"Se tens um elogio a preferir, é tempo agora. Não guardes que o vento da morte desvaneça, da areia da vida, o nome que o merece."
 
Nas palavras da Presidente do InBrasCI: todo elogio, toda homenagem é melhor prestada em vida do que após a morte; não é que a homenagem póstuma não deva ser prestada, tanto que o InBrasCI prestará homenagem a uma mulher que tanto batalhou em vida pela Cultura e o Meio Ambiente.
 
A Medalha Tributo à Acadêmica Dr.ª Nilza Pinheiro de Athayde Lieh  instituída pelo Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais -InBrasCI- é um gesto de significativa importância que eternizou nos anais do InBrasCI um ser humano dotado de talento mesclado à uma simplicidade marcante e um caráter à toda prova no que tange a boa fé e a honestidade de propósitos, com que tive a oportunidade de compartilhar momentos das mais variadas matizes.
 
 

quinta-feira, 13 de março de 2014

ABRAMMIL

Hoje, visitei a Academia Brasileira de Medalhística Militar (ABRAMMIL) para prestigiar a imposição de condecoração conferida a Capitão-de-Fragata (MD) Marcia Aparecida Camacho Kauffmann.
 
 
Momentos antes da solenidade a
CF(MD) Márcia  acompanhada da genitora, dos filhos e  do digníssimo esposo.
 

 
Após a solenidade, o CLC Francisco Cesar Monteiro Gondar ofertou  à CF (MD) Marcia Aparecida Camacho Kauffmann  uma caneta lembrança do Centro dos Capitães da Marinha Mercante.

 
 
Registro que, ainda naquela tarde, foi me prazeroso rever os confrades e amigos J. B. Donadon e Andreia Donadon - Fundadores e Membros da Academia de Letras, Artes e Ciências do Brasil que passaram às minhas mãos a nova medalha da ALACIB (Academia de Letras, Artes e Ciências do Brasil) onde estou como Membro Honorário e detentor do Título de Doutor Honoris Causa.


Bem como, um exemplar do LIVRO I DA ALACIB (Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil) - Ano 6 volume I 2013 Mariana MG.



onde à página 337 encontrei fotografia da visita feita a AMILCA ( Academia Marianense InfantoJuvenil de Letras, Ciências e Artes) nos idos de 2008.

UMA HISTÓRIA COM MUITAS LACUNAS...

Uma história com muitas lacunas. . . 



 
 
(14 de Março) é o 73º dia do ano no calendário gregoriano (74º em anos bissextos). Faltam 292 dias para acabar o ano.





O Homo sapiens neanderthalensis surgiu cerca de 300.000 anos, sendo extinto aproximadamente 30.000 anos atrás.

O Homem de Cro-Magnon ( Homo sapiens sapiens) surgiu à cerca 35.000 anos. Especula-se que tenha sido o causador da extinção do homem de neanderthal, após longos e sistemáticos conflitos. O homem de cro-magnon é o nosso ancestral mais próximo e se assemelha muito com o homem atual. Eram altos, com aproximadamente 1,80m a 2m e se andassem pelas ruas das principais capitais mundiais hoje, passariam despercebidos.

Então vejamos: Somos homo sapiens sapiens, com uma existência estimada em 35.000 anos. Conhecemos a História através da escrita. Estima-se ter sido inventada à aproximadamente 6.000 anos. Isso equivale a menos de 20% da história do homem, ou seja; 80% da história desse homem sábio - sábio foi burra. Estamos falando de 29.000 anos de preguiça e indolência? Criamos o mundo como é hoje em 6.000 anos, mas levamos 29.000 para darmos a partida?

Alguém realmente acredita nisso?

Alguma coisa aconteceu nesse intervalo de 29.000 anos além do período glacial. Nosso último período glacial ocorreu entre 12 e 18 mil anos atrás. Então vamos colocar mais 6.000 anos nesta conta. 29.000 menos 12.000 são 17.000. 17.000? É mais do que o dobro do tempo de nossa história escrita. O que aconteceu para ficarmos 11.000 anos no ostracismo?

Será que nossa atual civilização e a sobrevivente de uma...


 
Matéria recebida por mensagem eletrônica. Autor?


 
 

segunda-feira, 10 de março de 2014

ACORDA BRASIL


(Para melhor visualizar, por favor, clique na figura)

sábado, 8 de março de 2014

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Ao ensejo do
 
 
 
Lindas.
Alegres.
Tímidas.
Apaixonadas.
Rotuladas como frágeis.
Em verdade são poderosas.
 

GESTO DE GRATIDÃO...


Agradeço a Deus pelo sucesso correção ptose. Rogo que Ele continue a guiar as mãos
 
 dos Doutores Elsion e Lincoln
 
 da Clínica Cirurgia Plástica - HNMD
 
 iluminando-os e protegendo-os hoje e sempre.

Ab Imo Pectore.

Com gratidão.

Março 2014

segunda-feira, 3 de março de 2014

BODAS DE BRONZE...

 
Parece que foi ontem.
Altos e baixos... 
Até o céu assumiu diferente formatação... 
Cinquenta e um anos de enlace matrimonial.

sábado, 1 de março de 2014

A VIDA

 
 

 


 
 

Nas palavras de Guimarães Rosa:
"Viver é etecetera."
 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

SÍMBOLOS E CONVENÇÕES...

A sociedade é composta de grupos. Grupos detentores de seus  próprios símbolos e convenções.
Em mundo muito mais tecnológico do  que humanistas alguns símbolos e convenções estão sendo atropelados... Estão se perdendo na  linha do tempo...
 
 
 
Sem muito esforço constata-se que as boas regras de convivência, lentamente, caminham para o poço do abandono.
 
 
 
 
Ouso dizer que o fim dos símbolos e das convenções sociais decretará a destruição da civilidade.


Nada denuncia mais o grau de civilidade de um país e de um povo do que o modo de tratar a coisa pública e a coletividade. (Gloria Kalil)


Pensamento: (Tácito) “Irritar-se com as injúrias, é reconhecer que elas tem algum fundamento; desprezá-las, é condená-las a serem esquecidas.”
 
 
 

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

PARABÉNS JORNAL "SEM FRONTEIRAS"


Por favor, para melhor visualizar clique na figura.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

RELANÇAMENTOS...

Serão relançados no Brasil no mês de Novembro de 2014,
durante a Cerimônia de Gala da
Divine Académie Française des Arts Lettres et Culture,
no Rio de Janeiro.

 



 







  

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

MÁGICO DE OZ

Em solenidade realizada no Hotel Regent Golden Tulip

situado na Av. Atlântica -  Rio de Janeiro - Brasil
realizou-se em reunião da Mágico de Oz  - Empreendimentos Editorais
entrega do Prêmio Luso-brasileiro de Poesias.
 

Agraciados:
 
Ademar dos Santos Lima - Alberto Slomp - Álvaro Luis Cardoso - Ana Cristina Costa Siqueira - Ana Heloisa Rodrigues Maux - Antônio Sergio Néspoli - Arnaldo Leodegário - Beatriz Fiquer - Carlos Pedro -  Charles Santos Simões - Cris Souza - Edimilson Maranhão 
- Elinalva de Oliveira - Esther Rogessi - Eulália Costa - Fabiana de Almeida -  Jani Brasil 
 - João Sanda de Miranda - Jorge Nascimento - José Araújo - Larissa Loretti 
Luci Afonso - Marcelo Gomes Jorge Feres - Marcio Batalha - Marcia Vidal Marinho
- Mardilê Friedricch Fabre - Maria Beatriz Silva - Maria Carolina Amaral
- Maria Cecília Lima de Oliveira Castro - Maria Neuza de Oliveira
- Marisa Gonçalves de Almeida Santos - Maria Stela de Oliveira Gomes
- Monica Yvonne Rosenberg - Mônicka Cristi - Marusalém Dias de Moura
 - Péricles Alves de Oliveira - Rai D'Lavor - Roberto Ferrari - Ronaldo Balbacchi
 - Roosevelt Vieira - Roseli Hübler - Rozelene Furtado
- Sandra Ferrari Radich - Sandra Santos - Sérgio Ribeiro Borsoi Júnior
- Sol Figueiredo - Sonia Nogueira - Vanda Lúcia Costa Salles.
 
Homenageado especial:
José Donizetti Nocolini Gonçalves.
 
A solenidade contou com a presença da Coordenadora da Mágico de Oz em Lisboa
 Vera Fornelos
 
Naquela ocasião recebi a Moção de Aplausos e Agradecimentos celebrativa da contribuição para a Cultura Luso-brasileira durante o ano de 2013.
 
 
As fotografias que registram a entrega da Moção:
 

Com a Presidente da Associação Internacional de Escritores e Artistas (Literarte) 
a Acad. Izabelle Valladares
 
Com a Coordenadora de eventos da Mágica de Oz Empreendimentos Editoriais no Brasil e  Presidente da Academia de Letras e Artes de Fortaleza (ALAF)
a Acad. Angela Feingold.
 
 
 
 



quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

CHORO

"Choro", a história do estilo musical totalmente brasileiro
 

O Choro surgiu no Rio de Janeiro em 1870, originando da fusão de ritmos europeus com ritmos afro-brasileiros. Eles utilizavam, entre outros instrumentos, violão, flauta, cavaquinho, que dão à música um aspecto sentimental, melancólico e "choroso". O nome deste estilo musical pode ter sido derivado da palavra xolo, que era um tipo de baile que os escravos faziam no período colonial, ou talvez, pela maneira chorosa que os músicos amaciavam certos ritmos de sua época. No início, era apenas um grupo de instrumentistas que aos sábados e domingos se reuniam na casa de um deles para fazer música. Foi a partir de 1880 que o choro popularizou-se nos salões de dança e no subúrbio carioca. Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga foram os primeiros compositores que deram características próprias firmando-o como gênero musical.

No início do século XX começou a ser cantado, deixando de ser apenas instrumental. Aproxima-se do maxixe e do samba e adquiriu um rítmo mais rápido, agitado e alegre. Nesta mesma época surge o chorinho ou samba-choro, também conhecido como terno, por causa da delicadeza e sutileza de sua melodia.

Na década de 30, com o apoio do rádio e com investimento das gravadoras de disco, tornou-se sucesso nacional. Uma nova geração de chorões organizaram-se em conjuntos chamados regionais e introduziram a percussão nas composições. Alfredo da Rocha Vianna Filho, Pixinguinha, foi o principal nome do período, autor de mais de uma centena de choros e um dos maiores compositores da música popular brasileira. . Sua importância foi tamanha que o Dia Nacional do Choro foi estabelecido em 23 de abril, data de seu aniversário. Tal homenagem foi proposta pelo senador Artur da Távola e aprovada pelo Presidente da República em 4 de setembro de 2000.

Na década de 50, o estilo musical perdeu seu espaço devido ao surgimento da Bossa Nova, mas manteve-se presente na produção de vários músicos da MPB. Foi redescoberto na década de 70, quando criaram os Clubes do Choro, que revelam novos conjuntos de todo o país e os festivais nacionais.

Atualmente o Choro ainda é prestigiado por muitos, é fortalecido por grupos que se dedicam à sua modernização e divulgação de novos artistas.

Fonte: www.jbonline.com.br
www.sambossa.com.br
Leia também:
(Texto enviado por mensagem eletrônica pelo Prof. Gabriel Campos de Oliveira)

 Assista Choro da Nova Geração em http://youtu.be/tITQteuzMlI

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

A BARRACA DA CHIQUITA

 
A Barraca da Chiquita está dentro do Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, Pavilhão de São Cristóvão, tem todo o conforto, comodidade de acesso e estacionamento.
 
 
 
Graças ao espírito de luta e perseverança de uma autêntica brasileira, Francisca virou Chiquita e a partir de 1979, passou a trabalhar na Feira, ao redor do Pavilhão, debaixo das árvores, onde permaneceu pelo período de 24 anos.
Em setembro de 2003, a barraca passou a ocupar a parte interna do Pavilhão, no Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, em frente ao Palco Jackson do Pandeiro.