Sou mais um entre tantos...

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"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

Fé Esperança Caridade

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Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

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As pessoas passam, as obra permanecem. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas existe uma coisa que se chama: respeito. Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços... Valores... Reviravoltas... No final do caminho, as diversidades mais difíceis, não nos matam - nos tornam mais forte.
Estou de bem com a vida... Faço do escrever a minha terapia ocupacional.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou. Não há como renegar as minhas origens.
Servir à Marinha:
Uma visão!
Um sonho!
Uma vida!



domingo, 5 de outubro de 2008

AUTODIDATA...

No livro de minha autoria, "Revivendo o Passado...", lançado em 27 de abril de 2002, abordei o início de minha carreira na Marinha do Brasil: as lutas com os estudos, o despertar para a realidade da vida, etc etc. Sob o título, ora apresentado, acredito valha à pena dizer que no mundo globalizado ser "autodidata" é estar inserido de modo proativo no seio da sociedade, em outras palavras é não ficar analfabeto digitalmente. No Brasil, temos alguns milhões de indivíduos nesta condição. Estes são, em princípio, os marginalizados universais. No mundo globalizado existem também os analfabetos funcionais, isto é, um dia freqüentaram uma "soir disant" escola, aprenderam a soletrar e talvez fazer alguns garranchos, sem saber nem para que, nem porque, e conseqüentemente, logo tudo esqueceram resignando-se à marginalidade em que vivem...

Qual a diferença entre o analfabeto e o autodidata? O verdadeiro analfabeto é aquele, completamente, desprovido de sentido crítico, que lê e escreve, mas continua usando seu direito de opinião apenas para bater palmas a seus opressores pensando assim assegurar uma posição no degrau da escala em que alguém o colocou. No mundo globalizado "analfabeto", entre outros, é aquele que não sabe usar um computador.

Nesta linha da raciocínio: a relação do homem com a tecnologia é mais um fator de desigualdade social. No Brasil a taxa de acesso ao computador é baixa na área urbana e ridícula na rural. O resultado é lamentável: a maioria da população é vítima da exclusão digital.
Na contra-mão dos fatos e até se contrapondo, as novas gerações já nasceram em um mundo imerso nas novas tecnologias, pertencem a civilização icônica. Nestes termos devemos considerar a existência de uma geração pré-icônica.

Quem quiser sobreviver no mundo globalizado deve, entre outras qualidades, ser um autodidata. Observe como alguns integrantes da geração pré-icônica se comportam, por exemplo, defronte de um computador, diante da máquina de vídeo-game e no banco: ao invés do terminal eletrônico, preferem a fila do caixa.

Pode parecer lugar comum, mas diante da longevidade, as antigas gerações devem se alfabetizar digitalmente. Quanto aos classificados como "civilização icônica", diante das novas tecnologias, devem ter o senso crítico, o pensamento hipotético e dedutivo, a capacidade de memorizar e criticar. Devem desenvolver a leitura e a análise de textos.

No meu tempo de marujo ser autodidata tinha outra conotação. Tenho muito orgulho de ter sido um marujo autodidata e, em que pese a distância no tempo e no espaço, considero-me incluído no mundo digital.

Quando o tataravô do microcomputador surgiu, em 1945, nos Estados Unidos, ninguém imaginava que em menos de cinco décadas, tal instrumento de 30 toneladas fosse causar uma revolução nos hábitos da sociedade moderna. Constratando com as dimensões dos laptops atuais que são extremamente leves e possuem apenas dois centímetros de altura. O ENAC (Electrical Numerical Integrator and Calculator), como era chamado o primeiro computador eletrônico, precisava de dezoito válvulas para funcionar e despendia o equivalente a 200 quilowatts de calor. Sua manutenção era complicada, pois esquetava rapidamente e as válvulas começavam a queimar dois minutos após ser ligado. As novidades não param de surgir, simplificando ainda mais a vida das pessoas, como os "handhelds" baseados no sistema Pocket PC e as multifuncionais com recursos integrados de impressora, scanner, copiadora e fax. Até os telefones fixos entraram para o time, incorporando, facilidades do mundo moderno.

Fique atento à modernidade! Hoje é impossível pensar como seria a vida sem o auxílio do cumputador, que com o desenvolvimento tecnológico passou a fazer parte do dia-a-dia das pessoas no trabalho, no supermercado, no banco, no automóvel, em casa etc. Se você faz parte do universo de pessoas que enxergam o computador como uma "caixa preta", o primeiro passo é se conscientizar: de misterioso ele não tem nada.

Para mim, no mundo moderno, ser um autodidata é uma questão de sobrevivência.

Nas palavras do poeta e ensaísta inglês Joseph Addison (1672-1719):
"O que a escultura faz ao mármore, a instrução faz à alma humana".

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