Sou mais um entre tantos...

Sou mais um entre tantos...
A FILOSOFIA E A MISSÃO DESTE BLOG INCLUI A DIFUSÃO DA CULTURA E A UTILIDADE PÚBLICA.

"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

Fé Esperança Caridade

Fé Esperança Caridade
Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

Verbete Wikipédia

Verbete Wikipédia
Verbete Wikipédia

O BRASÃO

O BRASÃO
Visite o blog do Barão de Burity clicando no Brasão.
Meus livros são minha essência.

ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA.

ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA.
ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA - DOWNLOAD? POR FAVOR, CLIQUE NO TÍTULO.
CRÉDITO DE IMAGENS
Algumas obtidas na internet e formatadas com programas "freeware".


As pessoas passam, as obra permanecem. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas existe uma coisa que se chama: respeito. Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços... Valores... Reviravoltas... No final do caminho, as diversidades mais difíceis, não nos matam - nos tornam mais forte.
Estou de bem com a vida... Faço do escrever a minha terapia ocupacional.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou. Não há como renegar as minhas origens.
Servir à Marinha:
Uma visão!
Um sonho!
Uma vida!



segunda-feira, 25 de abril de 2011

quarta-feira, 20 de abril de 2011

PRECONCEITOS... REFLITA... EVITE...

Publicado em http://www.personare.com.br/revista/identidade/materia/1363/preconceitos-sutis-no-dia-a-dia

Preconceitos sutis no dia-a-dia.  Reflita e evite programações venenosas em seus pequenos atos

por Alexey Dodsworth(*)

Eram 7 horas da noite, horário de pico de uma tradicional academia paulistana de classe média-alta. Eu corria na esteira e - repentinamente, não sem susto - dei-me conta de algo que não tinha percebido antes: a absoluta ausência de pessoas de cor negra na academia. A situação não me chamaria a atenção se eu estivesse malhando na Dinamarca, mas considerando que eu a) estava no Brasil e b) me encontrava numa cidade de pessoas de todas as cores, achei aquilo no mínimo inusitado. Nunca tinha me dado conta de tal coisa, apesar de malhar naquele lugar há meses. E, de repente, fez-se a luz: não havia negros no local. Nem um pra contar história.

Meditativo, ainda que numa velocidade de 8,5 km/h, pus-me a pensar nas possíveis razões da ausência de pessoas negras em minha academia. Teriam elas menos dinheiro para poder gastar num lugar tão caro? À parte os faxineiros de pele escura, todos os presentes naquele lugar tinham a pele branca ou, no máximo, eram morenos claros.

O IBGE atesta que pessoas negras em geral ganham cerca de 40% menos do que pessoas de cor branca. A desigualdade financeira talvez explicasse aquela incômoda ausência. Talvez estivessem malhando numa academia mais barata...

Mas eis que, como que para contradizer minha percepção, um indivíduo negro adentrou o ambiente. Aleluia, pensei. Pelo menos um negro tinha dinheiro pra pagar aquela academia - o que não mudava muita coisa, já que ele era claramente exceção. Fiquei curioso e me pus a observá-lo: bem vestido, extrovertido, tinha vários amigos no ambiente, que o saudaram com vigor quando ele chegou. Nenhum parecia sequer vagamente racista. Pensei: talvez tenham razão, o preconceito é de classe, o preconceito é contra pobres (não que isso seja melhor, aliás).

Entretanto, um fato específico desmentiu completamente esta teoria de preconceito focado em classes sociais. Não sem espanto, percebi que, quando o sujeito negro (de classe média alta, pelo que podia se aventar de suas roupas) utilizava um aparelho, a pessoa que vinha depois limpava o aparelho com um pano com álcool. Este seria o procedimento correto para todas as vezes que alguém utilizasse um aparelho, e mais correto ainda seria se a própria pessoa que acabou de usar limpasse a máquina. Mas ali havia uma clara exceção: ninguém se preocupava em limpar os aparelhos quando qualquer outra pessoa os usava. Só quem merecia a "limpeza" era o negro. Quer dizer, no suor alheio podemos nos refastelar, contanto que não seja o suor do negão. E, notem bem, ele nem suava! A academia, cara que é, tem um potente ar condicionado.

Preconceito é coisa aprendida

A cena foi, para mim, um tapa na cara. O mais impressionante é que ninguém parecia estar fazendo aquilo conscientemente. Nem o próprio rapaz negro parecia se dar conta de que os aparelhos eram limpos com álcool apenas depois que ele os usava. E quem fazia isso eram seus próprios amigos. Depois de ver a coisa se repetir por mais de trinta vezes, me dei por vencido: não era paranoia minha. Os aparelhos realmente só eram higienizados por causa do negro.

Ninguém nasce racista, preconceito é coisa aprendida. Ainda que se possa argumentar que tendemos a naturalmente estranhar pessoas que apresentem características diferentes das nossas, isso não justifica a fantasia - no caso, aparentemente inconsciente - de que uma pessoa negra seja "mais suja" e demande "mais higiene" do que outras pessoas. Isso é coisa incutida desde a mais tenra infância.

Venho de Salvador. Antes de 1988 - quando o racismo foi pontualmente criminalizado - perdi a conta de quantas vezes vi pessoas negras serem alvo de termos pejorativos. Um dos mais comuns era "preto fedido". Felizmente, não vejo mais este tipo de coisa sendo dita, justamente porque ficou claro que se referir assim a alguém é crime. Mas o fato de o racismo ter sido pontualmente criminalizado não elimina o preconceito. No fundo, muita gente ainda acha que negros são inferiores, ou potencialmente criminosos, apenas recalcam o que pensam para não serem processadas. Pior ainda é quando este racismo é inconsciente. Duvido, por exemplo, que as pessoas da minha academia se vejam como racistas. Seus movimentos "higienizadores" eram automáticos, inconscientes. Eu mesmo não teria me dado conta da coisa, se não estivesse muito atento e refletindo sobre tais questões.

Papel educativo da criminalização

O caminho dos Direitos Humanos não se alcança através de criminalizações, e sim da educação. Mas uma coisa não exclui a outra, e concebo perfeitamente o papel educativo de uma criminalização. Se pontuamos que uma coisa é crime, isso fica mais claro. E sou testemunha de que a criminalização do racismo pode até não ter acabado com o racismo, mas diminuiu sua intensidade.

Evidentemente, não é possível criminalizar a atitude dos camaradas da academia. Eles mesmos sequer pareciam ter consciência do que faziam. Nem o próprio rapaz negro se tocava do que estava ocorrendo. E é em situações como esta que o Direito tem pouco a fazer, mas a Filosofia tem muito. O ato de pensar, de pensar com rigor e disciplina pode fazer com que nos demos conta de procedimentos repetitivos e programações existentes sobre as quais nunca nos demos conta."O ato de pensar, de pensar com rigor e disciplina pode fazer com que nos demos conta de procedimentos repetitivos e programações existentes sobre as quais nunca nos demos conta."

E por isso mesmo que uma educação filosófica se faz tão necessária desde cedo. Para apagar os vestígios deste racismo remanescente.

Para nos livrar da escravidão cujos grilhões acorrentam todos nós, independentemente da cor de nossas peles: a escravidão do preconceito repetido por séculos e séculos. Podemos e devemos ser maiores do que isso e dizer "não" a este insidioso senhor de engenho que habita os recônditos de nossas mentes.


(*) Astrólogo há mais de vinte anos, graduado em Filosofia e diretor técnico da Central Nacional de Astrologia. Autor das interpretações de Astrologia, Tarot e Runas do Personare. 

quinta-feira, 7 de abril de 2011

DEUS E NEGÓCIOS

Deus e negócios

Artigo - Deus e negócios - 25/7/2001 Revista EXAME

 
Dá para misturar espiritualidade e riqueza?
A consultora americana diz que sim. E que isso é bom e ajuda a melhorar a motivação e a produtividade nas empresas
Por Suzana Naiditch
No livro QS - Inteligência Espiritual, lançado no ano passado, a física e filósofa americana Dana Zohar aborda um tema tão novo quanto polêmico: a existência de um terceiro tipo de inteligência que aumenta os horizontes das pessoas, torna-as mais criativas e se manifesta em sua necessidade de encontrar um significado para a vida. Ela baseia seu trabalho sobre Quociente Espiritual (QS) em pesquisas só há pouco divulgadas de cientistas de várias partes do mundo que descobriram o que está sendo chamado "Ponto de Deus" no cérebro, uma área que seria responsável pelas experiências espirituais das pessoas. O assunto é tão atual que foi abordado em recentes reportagens de capa pelas revistas americanas Neewsweek e Fortune. Afirma Dana: "A inteligência espiritual coletiva é baixa na sociedade moderna. Vivemos em uma cultura espiritualmente estúpida, mas podemos agir para elevar nosso quociente espiritual".
Aos 57 anos, Dana vive na Inglaterra com o marido, o psiquiatra Ian Marshall, co-autor do livro, e com dois filhos adolescentes. Formada em física pela Universidade Harvard, com pós-graduação no Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), ela atualmente leciona na universidade inglesa de Oxford. É autora de outros oito livros, entre eles, O Ser Quântico e A Sociedade Quântica, já traduzidos para o português. QS - Inteligência Espiritual já foi editado em 27 idiomas, incluindo o português (no Brasil, pela Record). Dana tem sido procurada por grandes companhias interessadas em desenvolver o quociente espiritual de seus funcionários e dar mais sentido ao seu trabalho. Ela falou a EXAME em Porto Alegre durante o 300 Congresso Mundial de Treinamento e Desenvolvimento da International Federation of Training and Development Organization (IFTDO), organização fundada na Suíça, em 1971, que representa 1 milhão de especialistas em treinamento em todo o mundo. Eis os principais trechos da entrevista:
O que é inteligência espiritual?
É uma terceira inteligência, que coloca nossos atos e experiências num contexto mais amplo de sentido e valor, tornando-os mais efetivos. Ter alto quociente espiritual (QS) implica ser capaz de usar o espiritual para ter uma vida mais rica e mais cheia de sentido, adequado senso de finalidade e direção pessoal. O QS aumenta nossos horizontes e nos torna mais criativos. É uma inteligência que nos impulsiona. É com ela que abordamos e solucionamos problemas de sentido e valor. O QS está ligado à necessidade humana de ter propósito na vida. É ele que usamos para desenvolver valores éticos e crenças que vão nortear nossas ações.
Há quanto tempo a senhora trabalha com inteligência espiritual?
Toda a minha vida, praticamente, já que perdi a fé na religião (cristianismo) aos 11 anos de idade e sempre procurei um meio de encontrar realização espiritual fora dos domínios da religião. Meu trabalho mais recente sobre QS tem quatro anos e foi produzido ao mesmo tempo em que cientistas começaram a divulgar pesquisas que mostram uma base neurológica para as experiências espirituais e místicas.
De que modo essas pesquisas confirmam suas idéias sobre a terceira inteligência?
Os cientistas descobriram que temos um "Ponto de Deus" no cérebro, uma área nos lobos temporais que nos faz buscar um significado e valores para nossas vidas. É uma área ligada à experiência espiritual. Tudo que influencia a inteligência passa pelo cérebro e seus prolongamentos neurais. Um tipo de organização neural permite ao homem realizar um pensamento racional, lógico. Dá a ele seu QI, ou inteligência intelectual. Outro tipo permite realizar o pensamento associativo, afetado por hábitos, reconhecedor de padrões, emotivo. É o responsável pelo QE, ou inteligência emocional. Um terceiro tipo permite o pensamento criativo, capaz de insights, formulador e revogador de regras. É o pensamento com que se formulam e se transformam os tipos anteriores de pensamento. Esse tipo lhe dá o QS, ou inteligência espiritual.
Qual a diferença entre QE e QS?
É o poder transformador. A inteligência emocional me permite julgar em que situação eu me encontro e me comportar apropriadamente dentro dos limites da situação. A inteligência espiritual me permite perguntar se quero estar nessa situação particular. Implica trabalhar com os limites da situação. Daniel Goleman, o teórico do Quociente Emocional, fala das emoções. Inteligência espiritual fala da alma. O quociente espiritual tem a ver com o que algo significa para mim, e não apenas como as coisas afetam minha emoção e como eu reajo a isso. A espiritualidade sempre esteve presente na história da humanidade.
Por que somente agora o mundo corporativo se preocupa com isso?
O mundo dos negócios atravessa uma crise de sustentabilidade. Suas atitudes e práticas atuais, centradas apenas em dinheiro, estão devastando o meio ambiente, consumindo recursos finitos, criando desigualdade global, conduzindo a uma crise de liderança nas empresas e destruindo a saúde e o moral das pessoas que trabalham ou cujas vidas são afetadas por elas. Espiritualidade nos negócios significa simplesmente trabalhar com um sentido mais profundo de significado e propósito na comunidade e no mundo, tendo uma perspectiva mais ampla, inspirando seus funcionários. Nós não sabemos mais o que é realmente a vida. Não sabemos qual é o jogo que jogamos nem quais são as regras. Falta-nos um sentido profundo de objetivos e valores fundamentais. Essa crise de significado é a causa principal do estresse na vida moderna e também das doenças. A busca de sentido é a principal motivação do homem. Quando essa necessidade deixa de ser satisfeita, a vida nos parece vazia. No mundo moderno, a maioria das pessoas não está atendendo a essa necessidade.
Como se pode detectar os sintomas dessa crise na vida corporativa?
Desde o surgimento do capitalismo, há 200 anos, tudo que importa no mundo dos negócios é o lucro imediato. Isso criou uma cultura corporativa destituída de significado e de valores mais profundos. Nós apenas queremos mais dinheiro. Mas para quê? Para quem? Trabalhamos para consumir. É uma vida sem sentido. Isso afeta o moral, tanto dos dirigentes quanto dos empregados, sua produtividade e criatividade. E também afasta dos negócios preocupações mais amplas com o meio ambiente, a comunidade, o planeta e a sustentabilidade. O mundo corporativo é um monstro que se autodestrói porque lhe falta uma estrutura mais ampla de significado, valores e propósitos fundamentais. Há uma profunda relação entre a crise da sociedade moderna e o baixo desenvolvimento da nossa inteligência espiritual.
Quais companhias a têm chamado para desenvolver trabalhos que busquem elevar o quociente espiritual de dirigentes e empregados?
Não posso citar seus nomes, mas tenho atendido a bancos, financeiras, empresas de telecomunicações, de petróleo e montadoras de automóveis. Trabalhamos juntos para adquirir a compreensão de que as atitudes e práticas existentes são insustentáveis e como as empresas podem desenvolver tanto a sustentabilidade como os serviços cultivando as dez qualidades do quociente espiritual (veja quadro na pág. 79)
A senhora poderia citar exemplos de companhias ou empresários que estejam buscando mais sentido em seu trabalho?
Há muitos exemplos. Mats Lederhausen, o vice-presidente de estratégia global do McDonald's, é um deles. Sua função na empresa é ser a voz de protesto e consciência, sacudindo as pessoas, agitando o barco. Ele iniciou projetos como a distribuição gratuita de vacinas antipólio na África, a luta contra plantações geneticamente modificadas, o uso de gaiolas maiores para galinhas e um trabalho para restaurar ecossistemas danificados.
Outro exemplo é a Amul, empresa da Índia que distribui para o Estado de Gujarat o leite de 10 000 cooperativas. A Amul compra todos os dias o leite de camponeses que possuem apenas uma vaca, permitindo que indivíduos pobres possam competir com grandes fazendeiros. O Banco de Desenvolvimento da Ásia se dedica à erradicação da pobreza com programas de micro-crédito para pessoas muito pobres.
A British Petroleum adotou um novo slogan, "Além do Petróleo", e está colocando o grosso de seus fundos de pesquisa no desenvolvimento de tecnologias energéticas alternativas, menos agressivas ao meio ambiente. John Browne, o CEO da companhia, conseguiu aumentar o valor das ações enfatizando relações de longo prazo entre sua empresa e a sociedade.
Como é o líder espiritualmente inteligente?
É um líder inspirado pelo desejo de servir, uma pessoa responsável por trazer visão e valores mais altos aos demais e por lhes mostrar como usá-los. É uma pessoa que inspira as outras. Gente como o Dalai Lama, Nelson Mandela, Mahatma Gandhi. No mundo dos negócios, Richard Branson, da Virgin, é um líder espiritualmente inteligente. Ele está muito preocupado com o meio ambiente e a comunidade. É muito espontâneo, tem visão e valores, tem perspectivas amplas.
Como se pode desenvolver a inteligência espiritual?
Tomando consciência das dez qualidades comuns às pessoas espiritualmente inteligentes e trabalhando para desenvolvê-las. Procurando mais o porquê e as conexões entre as coisas, trazendo para a superfície as suposições que fazemos sobre o sentido delas, tornando-nos mais reflexivos, assumindo responsabilidades, sendo honestos conosco mesmos e mais corajosos. Tornado-nos conscientes de onde estamos, quais são nossas motivações mais profundas. Identificando e eliminando obstáculos. Examinando as numerosas possibilidades, comprometendo-nos com um caminho e permanecendo conscientes de que são muitos os caminhos.
De que forma as pessoas espiritualmente inteligentes podem beneficiar as corporações?
As pessoas com QS elevado querem sempre fazer mais do que se espera delas. Algo para além da empresa. Quem trabalha unicamente por dinheiro não faz o melhor que pode. Nas empresas em que se busca desenvolver espiritualmente os funcionários, a produtividade aumenta porque eles ficam mais motivados, mais criativos e menos estressados. As pessoas dão tudo de si quando se procura um objetivo mais elevado. Se as organizações derem espaço para as pessoas fazerem algo mais, se souberem desenvolver em cada indivíduo sua inteligência espiritual, terão mais resultados e mais rapidamente.
A senhora diz que o capitalismo como se conhece hoje está com os dias contados, mas que um novo capitalismo está nascendo. Como ficam as empresas com essa nova perspectiva?
Está surgindo um novo tipo de empresa. É uma empresa responsável. No novo capitalismo sobreviverão as companhias que têm visão de longo prazo, que se preocupam com o planeta, em desenvolver as pessoas que nelas trabalham. Que se preocupam, sim, com o lucro, mas que querem ganhar dinheiro para desenvolver as comunidades em que atuam, proteger o meio ambiente, propagar educação e saúde.
 
Você é espiritualmente Inteligente?
Conheça as dez qualidades essenciais de quem chegou lá
No início do século 20, o QI era a medida definitiva da inteligência humana. Só em meados da década de 90, a descoberta da inteligência emocional mostrou que não bastava o sujeito ser um gênio se não soubesse lidar com as emoções. A ciência começa o novo milênio com descobertas que apontam para um terceiro quociente, o da inteligência espiritual. Ela nos ajudaria a lidar com questões essenciais e pode ser a chave para uma nova era no mundo dos negócios. Dana Zohar identificou dez qualidades comuns às pessoas espiritualmente inteligentes. Segundo ela, essas pessoas:
1. Praticam e estimulam o autoconhecimento profundo
2. São levadas por valores. São idealistas
3. Têm capacidade de encarar e utilizar a adversidade
4. São holísticas
5. Celebram a diversidade
6. Têm independência
7. Perguntam sempre "por quê?"
8. Têm capacidade de colocar as coisas num contexto mais amplo
9. Têm espontaneidade
10. Têm compaixão

◄►◄►◄►


Autor: Ian Marshall, Danah Zohar
Editora: Record
IBSN: 8501057908
Número de páginas: 352