Sou mais um entre tantos...

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A FILOSOFIA E A MISSÃO DESTE BLOG INCLUI A DIFUSÃO DA CULTURA E A UTILIDADE PÚBLICA.

"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

Fé Esperança Caridade

Fé Esperança Caridade
Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

Verbete Wikipédia

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O BRASÃO

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Meus livros são minha essência.

ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA.

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CRÉDITO DE IMAGENS
Algumas obtidas na internet e formatadas com programas "freeware".


As pessoas passam, as obra permanecem. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas existe uma coisa que se chama: respeito. Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços... Valores... Reviravoltas... No final do caminho, as diversidades mais difíceis, não nos matam - nos tornam mais forte.
Estou de bem com a vida... Faço do escrever a minha terapia ocupacional e dedilho os primeiros acordes em teclado Yamaha.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

SÍMBOLOS E CONVENÇÕES...

A sociedade é composta de grupos. Grupos detentores de seus  próprios símbolos e convenções.
Em mundo muito mais tecnológico do  que humanistas alguns símbolos e convenções estão sendo atropelados... Estão se perdendo na  linha do tempo...
 
 
 
Sem muito esforço constata-se que as boas regras de convivência, lentamente, caminham para o poço do abandono.
 
 
 
 
Ouso dizer que o fim dos símbolos e das convenções sociais decretará a destruição da civilidade.


Nada denuncia mais o grau de civilidade de um país e de um povo do que o modo de tratar a coisa pública e a coletividade. (Gloria Kalil)


Pensamento: (Tácito) “Irritar-se com as injúrias, é reconhecer que elas tem algum fundamento; desprezá-las, é condená-las a serem esquecidas.”
 
 
 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

RELANÇAMENTOS...

Serão relançados no Brasil no mês de Novembro de 2014,
durante a Cerimônia de Gala da
Divine Académie Française des Arts Lettres et Culture,
no Rio de Janeiro.

 



 







  

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

MÁGICO DE OZ

Em solenidade realizada no Hotel Regent Golden Tulip

situado na Av. Atlântica -  Rio de Janeiro - Brasil
realizou-se em reunião da Mágico de Oz  - Empreendimentos Editorais
entrega do Prêmio Luso-brasileiro de Poesias.
 

Agraciados:
 
Ademar dos Santos Lima - Alberto Slomp - Álvaro Luis Cardoso - Ana Cristina Costa Siqueira - Ana Heloisa Rodrigues Maux - Antônio Sergio Néspoli - Arnaldo Leodegário - Beatriz Fiquer - Carlos Pedro -  Charles Santos Simões - Cris Souza - Edimilson Maranhão 
- Elinalva de Oliveira - Esther Rogessi - Eulália Costa - Fabiana de Almeida -  Jani Brasil 
 - João Sanda de Miranda - Jorge Nascimento - José Araújo - Larissa Loretti 
Luci Afonso - Marcelo Gomes Jorge Feres - Marcio Batalha - Marcia Vidal Marinho
- Mardilê Friedricch Fabre - Maria Beatriz Silva - Maria Carolina Amaral
- Maria Cecília Lima de Oliveira Castro - Maria Neuza de Oliveira
- Marisa Gonçalves de Almeida Santos - Maria Stela de Oliveira Gomes
- Monica Yvonne Rosenberg - Mônicka Cristi - Marusalém Dias de Moura
 - Péricles Alves de Oliveira - Rai D'Lavor - Roberto Ferrari - Ronaldo Balbacchi
 - Roosevelt Vieira - Roseli Hübler - Rozelene Furtado
- Sandra Ferrari Radich - Sandra Santos - Sérgio Ribeiro Borsoi Júnior
- Sol Figueiredo - Sonia Nogueira - Vanda Lúcia Costa Salles.
 
Homenageado especial:
José Donizetti Nocolini Gonçalves.
 
A solenidade contou com a presença da Coordenadora da Mágico de Oz em Lisboa
 Vera Fornelos
 
Naquela ocasião recebi a Moção de Aplausos e Agradecimentos celebrativa da contribuição para a Cultura Luso-brasileira durante o ano de 2013.
 
 
As fotografias que registram a entrega da Moção:
 

Com a Presidente da Associação Internacional de Escritores e Artistas (Literarte) 
a Acad. Izabelle Valladares
 
Com a Coordenadora de eventos da Mágica de Oz Empreendimentos Editoriais no Brasil e  Presidente da Academia de Letras e Artes de Fortaleza (ALAF)
a Acad. Angela Feingold.
 
 
 
 



quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

CHORO

"Choro", a história do estilo musical totalmente brasileiro
 

O Choro surgiu no Rio de Janeiro em 1870, originando da fusão de ritmos europeus com ritmos afro-brasileiros. Eles utilizavam, entre outros instrumentos, violão, flauta, cavaquinho, que dão à música um aspecto sentimental, melancólico e "choroso". O nome deste estilo musical pode ter sido derivado da palavra xolo, que era um tipo de baile que os escravos faziam no período colonial, ou talvez, pela maneira chorosa que os músicos amaciavam certos ritmos de sua época. No início, era apenas um grupo de instrumentistas que aos sábados e domingos se reuniam na casa de um deles para fazer música. Foi a partir de 1880 que o choro popularizou-se nos salões de dança e no subúrbio carioca. Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga foram os primeiros compositores que deram características próprias firmando-o como gênero musical.

No início do século XX começou a ser cantado, deixando de ser apenas instrumental. Aproxima-se do maxixe e do samba e adquiriu um rítmo mais rápido, agitado e alegre. Nesta mesma época surge o chorinho ou samba-choro, também conhecido como terno, por causa da delicadeza e sutileza de sua melodia.

Na década de 30, com o apoio do rádio e com investimento das gravadoras de disco, tornou-se sucesso nacional. Uma nova geração de chorões organizaram-se em conjuntos chamados regionais e introduziram a percussão nas composições. Alfredo da Rocha Vianna Filho, Pixinguinha, foi o principal nome do período, autor de mais de uma centena de choros e um dos maiores compositores da música popular brasileira. . Sua importância foi tamanha que o Dia Nacional do Choro foi estabelecido em 23 de abril, data de seu aniversário. Tal homenagem foi proposta pelo senador Artur da Távola e aprovada pelo Presidente da República em 4 de setembro de 2000.

Na década de 50, o estilo musical perdeu seu espaço devido ao surgimento da Bossa Nova, mas manteve-se presente na produção de vários músicos da MPB. Foi redescoberto na década de 70, quando criaram os Clubes do Choro, que revelam novos conjuntos de todo o país e os festivais nacionais.

Atualmente o Choro ainda é prestigiado por muitos, é fortalecido por grupos que se dedicam à sua modernização e divulgação de novos artistas.

Fonte: www.jbonline.com.br
www.sambossa.com.br
Leia também:
(Texto enviado por mensagem eletrônica pelo Prof. Gabriel Campos de Oliveira)

 Assista Choro da Nova Geração em http://youtu.be/tITQteuzMlI

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

A BARRACA DA CHIQUITA

 
A Barraca da Chiquita está dentro do Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, Pavilhão de São Cristóvão, tem todo o conforto, comodidade de acesso e estacionamento.
 
 
 
Graças ao espírito de luta e perseverança de uma autêntica brasileira, Francisca virou Chiquita e a partir de 1979, passou a trabalhar na Feira, ao redor do Pavilhão, debaixo das árvores, onde permaneceu pelo período de 24 anos.
Em setembro de 2003, a barraca passou a ocupar a parte interna do Pavilhão, no Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, em frente ao Palco Jackson do Pandeiro.