Sou mais um entre tantos...

Sou mais um entre tantos...
A FILOSOFIA E A MISSÃO DESTE BLOG INCLUI A DIFUSÃO DA CULTURA E A UTILIDADE PÚBLICA.

"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

Fé Esperança Caridade

Fé Esperança Caridade
Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

Verbete Wikipédia

Verbete Wikipédia
Verbete Wikipédia

O BRASÃO

O BRASÃO
Visite o blog do Barão de Burity clicando no Brasão.
Meus livros são minha essência.

ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA.

ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA.
ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA - DOWNLOAD? POR FAVOR, CLIQUE NO TÍTULO.
CRÉDITO DE IMAGENS
Algumas obtidas na internet e formatadas com programas "freeware".


As pessoas passam, as obra permanecem. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas existe uma coisa que se chama: respeito. Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços... Valores... Reviravoltas... No final do caminho, as diversidades mais difíceis, não nos matam - nos tornam mais forte.
Estou de bem com a vida... Faço do escrever a minha terapia ocupacional e dedilho os primeiros acordes em teclado Yamaha.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou.

sábado, 29 de janeiro de 2011

RESPONDENDO UMA PERGUNTA...

- Qual a razão para ter inserido nas minhas mensagens eletrônicas o Salmo 22 1 - Salmo de Davi. O Senhor é meu pastor, nada me faltará?

Vejamos:

Agradeço sempre a Deus as bençãos que derrama sobre mim. Portanto, Ele é o meu pastor e nada me faltará.
Em alguns momentos de agradecimento, lágrimas vertem na minha face... tudo, porque eu agradeci alguma coisa recebida. Nada mais do que isto: - Agradecer a Deus, nosso Pai todo poderoso, que sempre está ao nosso lado quando mais precisamos e ao mesmo tempo cuida do resto das coisas é, também, um gesto de gratidão. Ou será que não?

Muitas vezes, recebemos um presente... olhamos meio torto e esquecemos de dizer... MUITO OBRIGADO!!! Gostei, não gostei, gostei, mas não é o meu estilo... e assim por diante. Esteja sempre preparado. A vida está tão louca e as pessoas tão afastadas de Deus que no mundo de hoje... quando recebemos, nem sempre estamos preparados para receber e por isso, demonstramos que tem algo de errado ou se aceitarmos teremos que retornar algo...
Portanto, agradecer algo recebido, seja para uma pessoa ou até para Deus não é para todos. Infelizmente, pessoas há que só dão conta do visual do chão quando caem. Antes disso? Nada feito...

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

AGRADECIMENTOS...


Ao ensejo da publicação da terceira e última parte da entrevista concedida em Curitiba. Publicada que foi em:
Não posso furtar-me externar alguns agradecimentos e, bem como, tecer algumas comentários...
Ao Distinto Irmão e Parceiro nas lides acadêmicas culturais Jornalista Mhário Lincoln (conhecido e reconhecido pelo Movimento Acadêmico do Rio de Janeiro) as minhas palavras são para agradecer o apoio que tem prestado ao Movimento Acadêmico Cultural do Rio de Janeiro e de Minas Gerais do qual faço parte.
Agradeço a justeza das palavras da Escritora Celeste Barros que bem refletem o meu pensamento e algumas atitudes. Bem como as demonstrações de elevada estima da Presidente da ALB-Mariana que nas entrelinhas apontou os percalços enfrentados: "barreira financeiras, políticas, inveja, pedras e outros seixos pontiagudos".
Muito me sensibilizou o comentário deixado por Denilson (Jacarecanga - Fortaleza - CE)

Não sou unanimidade e nem pretendo ser. Sou aberto ao diálogo. Razão pela entendo que somente os verdadeiros AMIGOS têm condições e são capazes de não se escudar em pseudônimo para divergir ou perquirir. Acadêmico que é Acadêmico, Amigo que é Amigo quando quer saber de algo deve fazê-lo olho no olho.
O trabalho acadêmico é algo voluntarioso que sem apoio oficial é realizado por alguns abnegados. Abnegados que se consideram "parceiros e amigos" uns dos outros e nunca "fãs". E, aqui, permito-me transcrever do Aulete - Dicionário digital:

1 Pop. Pessoa que admira (às vezes com exagero) um artista, uma figura pública etc.: "Ela é fã da Emilinha / não sai do César de Alencar..." (Miguel Gustavo, Fanzoca de rádio)

2 P.ext. Pessoa que cultiva uma grande admiração por alguém ou algo: fã de um time de futebol/ de uma marca de carro.

[F.: Do ing. fan, f. red. de fanatic, 'fanático'.]

Então, sem a menor intenção de ofender, é válido dizer que: - Amigo que é Amigo não pede "explicação maior". Amigo quando fala ou defende um ponto de vista não se utiliza do esdrúxulo artifício de envolver outras pessoas com o verbo na 1a.pessoa do plural (nós). Por outro lado, o Acadêmico é uma pessoa que, por excelência defende suas ideias e seus pontos de vista de peito aberto e que nunca se utiliza do grupo como massa de manobra para satisfazer seus próprios interesses ou curiosidades que lhe intranquilizam o espírito.
Eventos e acontecimentos do Movimento Acadêmico enquanto existirem pessoas com o caráter e disposição de um Mhário Lincoln quando divulgados cairão na grande rede e virarão notícia. Enquanto existir um aldravista a cultura será exaltada e considerada como produto de consumo no exercício da cidadania.

As reuniões do Movimento Acadêmico, todas e sem exceções, são públicas. Portanto quem por lá aparecer, além de tomar conhecimento dos assuntos da ordem do dia. Aqui, ali ou acolá poderá ser lembrado, ter seu trabalho reconhecido e muita das vezes ter seus esforços reconhecidos.
Reafirmo o meu agradecimento a todos que direta ou indiretamente tenham contribuído, de alguma forma ou maneira, no meu caminhar.

Para os periféricos repito:
NOLI FORAS IRE, REDI AD TI IPSUM IN INTERIOR HOMINE HABITAT VERITAS!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

ESCREVER

Escrever é fácil ou difícil?
A verdade é que a atividade de escritor antes respeitada ocupação intelectual, tornou-se modismo, coisa de diletante. Este é o meu caso, apenas com a atenuante de que há sempre como pano de fundo o caráter de beneficência.

O computador transforma o meu ato de escrever em um jogo agradável. Tudo limpo, organizado, sem esforço. Se erro, apago. Se esqueço de acrescentar palavras, retorno e acrescento. Se o período estal mal posicionado. Recorto e colo adiante.

Nas palavras de José Saramago, escritor português:
"Quer queiramos ou não somos todos escritores.
Só que alguns têm a ousadia de escrever, outros não."
Em nossas vidas há sempre um amanhã com promessa de coisas maravilhosas ou de alguma realização. Será válido afirmar que a vida é um teste. Caso contrário seríamos orientados sobre onde ir e o que fazer... Tantos desafios... Que cada problema enfrentado deve ser considerado como uma oprtunidade de crescimento.
Escrever ou não escrever eis a questão.

domingo, 23 de janeiro de 2011

UMA FRASE MUITO CONHECIDA...


"QUANDO O HOMEM CORTAR A ÚLTIMA ÁRVORE E

POLUIR O ÚLTIMO RIO

VERÁ QUE DINHEIRO NÃO SE COME."



Talvez a espécie humana esteja numa fase de muito desamor, pois a crise socioambiental é, antes de tudo, a crise do Ser Humano.
Estamos no mesmo barco, no mesmo Planeta. No entanto, não basta estar no mesmo barco, precisamos todos juntos remar. Precisamos refletir quanto ao que queremos para a nossa espécie, para os que amamos.
Se não conseguimos sequer separar plásticos, papel e orgânicos dos resíduos que produzimos em nossas casas e locais de trabalho. Isso nos remete às reflexões sobre a amplitude da crise socioambiental.
Pensar nessas questões significa olhar para nós mesmos.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

VIXE!!!!!

REFLEXÃO...

Texto autoria de:

Leonardo Boff
Filósofo/Teólogo


O preço de não escutar a natureza

O cataclisma ambiental, social e humano que se abateu sobre as três cidades serranas do Estado do Rio de Janeiro, Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo, na segunda semana de janeiro, com centenas de mortos, destruição de regiões inteiras e um incomensurável sofrimento dos que perderam familiares, casas e todos os haveres tem como causa mais imediata as chuvas torrenciais, próprias do verão, a configuração geofísica das montanhas, com pouca capa de solo sobre o qual cresce exuberante floresta subtropical, assentada sobre imensas rochas lisas que por causa da infiltração das águas e o peso da vegetação provocam frequentemente deslizamentos fatais.

Culpam-se pessoas que ocuparam áreas de risco, incriminam-se políticos corruptos que destribuíram terrenos perigosos a pobres, critica-se o poder público que se mostrou leniente e não fez obras de prevenção, por não serem visíveis e não angariarem votos. Nisso tudo há muita verdade. Mas nisso não reside a causa principal desta tragédia avassaladora.

A causa principal deriva do modo como costumamos tratar a natureza. Ela é generosa para conosco pois nos oferece tudo o que precisamos para viver. Mas nós, em contrapartida, a consideramos como um objeto qualquer, entregue ao nosso bel-prazer, sem nenhum sentido de responsabilidade pela sua preservação nem lhe damos alguma retribuição. Ao contrario, tratamo-la com violência, depredamo-la, arrancando tudo o que podemos dela para nosso benefício. E ainda a transformamos numa imensa lixeira de nossos dejetos.

Pior ainda: nós não conhecemos sua natureza e sua história. Somos analfabetos e ignorantes da história que se realizou nos nossos lugares no percurso de milhares e milhares de anos. Não nos preocupamos em conhecer a flora e a fauna, as montanhas, os rios, as paisagens, as pessoas significativas que ai viveram, artistas, poetas, governantes, sábios e construtores.

Somos, em grande parte, ainda devedores do espírito científico moderno que identifica a realidade com seus aspectos meramente materiais e mecanicistas sem incluir nela, a vida, a consciência e a comunhão íntima com as coisas que os poetas, músicos e artistas nos evocam em suas magníficas obras. O universo e a natureza possuem história. Ela está sendo contada pelas estrelas, pela Terra, pelo afloramento e elevação das montanhas, pelos animais, pelas florestas e pelos rios. Nossa tarefa é saber escutar e interpretar as mensagens que eles nos mandam. Os povos originários sabiam captar cada movimento das nuvens, o sentido dos ventos e sabiam quando vinham ou não trombas d’água. Chico Mendes com quem participei de longas penetrações na floresta amazônica do Acre sabia interpretar cada ruído da selva, ler sinais da passagem de onças nas folhas do chão e, com o ouvido colado ao chão, sabia a direção em que ia a manada de perigosos porcos selvagens. Nós desaprendemos tudo isso. Com o recurso das ciências lemos a história inscrita nas camadas de cada ser. Mas esse conhecimento não entrou nos currículos escolares nem se transformou em cultura geral. Antes, virou técnica para dominar a natureza e acumular.

No caso das cidades serranas: é natural que haja chuvas torrenciais no verão. Sempre podem ocorrer desmoronamentos de encostas. Sabemos que já se instalou o aquecimento global que torna os eventos extremos mais freqüentes e mais densos. Conhecemos os vales profundos e os riachos que correm neles. Mas não escutamos a mensagem que eles nos enviam que é: não construir casas nas encostas; não morar perto do rio e preservar zelosamente a mata ciliar. O rio possui dois leitos: um normal, menor, pelo qual fluem as águas correntes e outro maior que dá vazão às grandes águas das chuvas torrenciais. Nesta parte não se pode construir e morar.

Estamos pagando alto preço pelo nosso descaso e pela dizimação da mata atlântica que equilibrava o regime das chuvas. O que se impõe agora é escutar a natureza e fazer obras preventivas que respeitem o modo de ser de cada encosta, de cada vale e de cada rio.

Só controlamos a natureza na medida em que lhe obedecemos e soubermos escutar suas mensagens e ler seus sinais. Caso contrário teremos que contar com tragédias fatais evitáveis.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

CREDO DOS OTIMISTAS

Autor Christian D. Larson (*1874 - 1954)

Credo dos Otimistas
Eu prometo a mim mesmo:

Ser tão forte que nada poderá atrapalhar minha paz de espírito.

Falar apenas de saúde, felicidade, e prosperidade para cada pessoa que eu encontrar.

Fazer todos os meus amigos sentirem que há algo de valor dentro deles.

Ver o lado positivo de tudo e fazer meu otimismo se tornar real.

Pensar apenas sobre o melhor, trabalhar apenas para o melhor e esperar apenas o melhor.

Ser tão entusiasmado com o sucesso dos outros quanto eu sou para o meu próprio sucesso.

Esquecer os enganos do passado e me concentrar apenas nas maiores realizações do futuro.

Vestir uma expressão de alegria todo o tempo e sorrir para toda criatura viva que eu encontrar.

Direcionar todo meu tempo para me melhorar de maneira a não sobrar tempo para criticar os outros.

Ser grande demais para preocupar-se, nobre demais para ter raiva, forte demais para ter medo, e feliz demais para permitir a presença de problemas.

Pensar o melhor de mim mesmo, e anunciar isso ao mundo, não em palavras ruidosas, mas sim em grandes ações.

Viver na fé de que o mundo inteiro está do meu lado, à medida em que sou sincero e verdadeiro quanto àquilo que há de melhor em mim.

Assim seja!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

DIVULGAÇÃO...

REFAZER LAÇOS
(Carvalho Branco)*

Deus nada nos tira, nos leva...
Dotou-nos de Luz, verdade...
O homem mergulhou na treva,
buscou infelicidade...
Destruiu a Natureza,
hoje só chora tristeza
e exibe sua vaidade!

Se Deus nos tirou do Caos
e fez de nós homens livres,
hoje nós, os homens maus,
morando à beira de aclives,
botamos em risco a vida
que no corpo tem guarida,
perdemos os nossos víveres...

Multiplicam-se essas cruzes
ao longo da caminhada.
O ruído dos obuses
atravessa nossa estrada.
Um pesadelo real!
O que é crime, o que é legal?
Vai tudo com a enxurrada!

Se Deus é todo Amor,
não fez de nós flagelados;
de lama não fez a cor
dos males por nós passados.
Se hoje choramos de dor
pelas perdas, pelas mortes,
temos, sim, de ser bem fortes

pra soerguermos o mundo,
empenharmos nossos braços
num abraço tão profundo,
pois são os primeiros passos
pra refazer o caminho,
levantar um novo ninho,
com Deus refazer os laços!...


* Escritora e Poeta Marilza Albuquerque de Castro

sábado, 8 de janeiro de 2011

UTILIDADE PÚBLICA...

De 30 de junho de 2012 até 30 de junho de 2016 – a não ser que surja uma nova tecnologia que permita às lâmpadas incandescentes se tornarem mais eficientes – esse tipo de produto será banido do mercado, segundo técnicos do Ministério de Minas e Energia.

No mercado brasileiro existem 147 modelos de lâmpadas incandescentes etiquetadas, de quatro fabricantes diferentes. Estima-se que a lâmpada incandescente seja responsável por aproximadamente 80% da iluminação residencial no Brasil. O mercado brasileiro consome atualmente cerca de 300 milhões de lâmpadas incandescentes e 100 milhões de lâmpadas fluorescentes compactas.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, as tecnologias que envolvem os sistemas de iluminação se desenvolveram rapidamente, nos últimos anos, tornando disponíveis equipamentos com mais eficiência e durabilidade. Por outro lado, aumentou a preocupação com a escassez de energia e a busca de soluções que contemplem a boa iluminação conjugada a equipamentos mais eficientes e formas inteligentes de utilização.

Tecnologias já consolidadas, como as lâmpadas fluorescentes compactas, podem fornecer quantidade maior de luz com um custo energético muito inferior à tecnologia incandescente, na avaliação dos técnicos do ministério.

Nas prateleiras, só até 40 Watts

Serão retiradas do mercado as lâmpadas incandescentes de uso geral, exceto as com potência igual ou inferior a 40 Watts, as específicas para estufas, as que são refletoras, defletoras ou espelhadas, entre outras.

Ainda de acordo com os técnicos do ministério, se no período de 30 de junho de 2012 a 30 de junho de 2016 não surgir nova tecnologia que torne as lâmpadas incandescentes mais eficientes, esse produto será banido do mercado.

Fonte:
http://extra.globo.com/noticias/economia/lampadas-incandescentes-devem-ser-retiradas-do-mercado-ate-2016-818782.html

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

ENTREVISTA CAI NA REDE...



Parte I - http://www.mhariolincoln.com/tvweb/ver/imortal-elvandro-burity-fala-sobre-assuntos-polemicos-parte-i

A expectativa é: - Será que as outras duas partes, também, cairão na rede?

domingo, 2 de janeiro de 2011

DIVULGAÇÃO...

Poesia de autoria do Escritor e Poeta, Professor e Doutor Eduardo Gomes de Souza publicada em http://elgsouza.blogspot.com/

AMOR PERDIDO

Embora seja difícil expressar,
por causa das emoções conflitantes,
a dor de um coração partido
pelo drama de um ente amado
perdido nas mãos da morte.

Não é possível consolar,
nada poderá superar,
a dor e a tristeza do sentimento
da perda do amor que partiu
perdido nas mãos da morte.

A lembrança pode ajudar,
a aliviar a dor de perder
o amor que foi encontrado,
como a razão de viver,
perdido nas mãos da morte.

Talvez não tenha sido conhecida,
a profundidade desse amor,
até que a dura realidade
nos traz a saudade cruel do amor
perdido nas mãos da morte.

Na descoberta do amor,
sempre esquecemos que a vida
é transitória e efêmera,
e que o amor encontrado pode ser
perdido nas mãos da morte.

Porém o amor perdido pode deixar um saber,
que o consolo pode trazer,
que quando chegar nosso dia de partir,
estaremos junto a esse ser adorado
perdido nas mãos da morte.

Eduardo Gomes de Souza.

sábado, 1 de janeiro de 2011

ANO NOVO! VIDA NOVA!


Será?
Precisamos dar uma chance às novidades e inovações, em lugar de criticar a saída é prevenir-se contra o mau.
Não sejamos chatíssimos com odor de naftalina. Tenhamos ginga, alegria.
Não fosse a abertura para o novo, ainda, estaríamos no fundo de um caverna esfregando pedrinhas para provocarmos o fogo.
Nem tudo o que é novo é positivo, nem tudo o que é tradicional é o melhor.
O importante é termos consciência de que a vida segue a sua evolução e o seu curso independe de nós, dos moralistas, dos puristas ou dos donos da verdade que seguram numa das mãos o facho da moralidade e na outra o chicote da censura.
A estrada é longa e o tempo é curto.