Sou mais um entre tantos...

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A FILOSOFIA E A MISSÃO DESTE BLOG INCLUI A DIFUSÃO DA CULTURA E A UTILIDADE PÚBLICA.

"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

Fé Esperança Caridade

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Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

Verbete Wikipédia

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O BRASÃO

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Meus livros são minha essência.

ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA.

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CRÉDITO DE IMAGENS
Algumas obtidas na internet e formatadas com programas "freeware".


As pessoas passam, as obra permanecem. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas existe uma coisa que se chama: respeito. Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços... Valores... Reviravoltas... No final do caminho, as diversidades mais difíceis, não nos matam - nos tornam mais forte.
Estou de bem com a vida... Faço do escrever a minha terapia ocupacional e dedilho os primeiros acordes em teclado Yamaha.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou.

domingo, 31 de agosto de 2008

domingo, 24 de agosto de 2008

II CONCURSO DE CRÔNICAS - 2005 - APALA

Diploma e Medalha Raquel de Queiroz
Primeiro Lugar
II CONCURSO DE CRÔNICAS - 2005
Tema - Alma Gêmea

TAMBÉM NÃO TENHO RESPOSTA...

Lendo a Revista Época - 7 de julho de 2008 - pág. 146 - tomei conhecimento em NOSSA ANTENA da matéria assinada por Ruth de Aquino - Diretora da sucursal de Época no Rio de Janeiro - raquino@edglobo.com.br, sob o título: "A mãe de Daniel e a mãe de Pedro":
"Porque um sargento gay é algemado e um PM assassino sai livre da delegacia, dando o.k. do carro para a platéria como se fosse uma celebridade?"
Também não tenho resposta... e não quero fazer considerações...

sábado, 23 de agosto de 2008

sábado, 2 de agosto de 2008

ANTES QUE ELAS CRESÇAM

Artigo publicado no livro de minha autoria "UMA CONVERSA DIFERENTE"
- FBN 401.883 L 749 Fl 3 -
Prefácio Crystyane Fonseca de Andrade - Revisão Flávia Figueiredo Torres
1a. edição virtual - disponibilizada em http://cayru.com.br/

Lendo o exemplar de junho de 2003 do jornal "O Compasso de Rio Claro", órgão de divulgação da Loja Maçônica "Lealdade e Luz nº 2294", tive a minha atenção para o artigo de Affonso Romano de Sant'Anna - lido pela cunhada Josiani, durante homenagem ao Dias das Mães. Sem outros comentários passo a transcrevê-lo:
"Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios filhos. É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados. Crescem sem pedir licença à vida. Crescem com uma estridência alegre e, às vezes com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente.
Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maneira que você sente que não pode trocar as fraldas daquela criatura.
Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?
Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do maternal?
A criança esta crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil.
E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela apenas cresça, mas apareça...
Ali estão muitos pais ao volante, esperando que elas saiam esfuziantes e cabelos longos, soltos.
Entre hanburgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com uniforme de sua geração.
Esse são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas.
E eles cresceram meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros. Principalmente com os erros que esperamos que não se repitam.
Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos filhos. Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas. Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas.
Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidencias entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores, daquele quarto cheio de adesivos, pôsteres, agendas coloridas e músicas ensurdecedores. Não os levamos suficientemente ao playcenter, ao shopping, não lhes demos suficientes hamburgueres e refrigerantes, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado. Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas e amiguinhos. Sim havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim.
Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namoros. Os pais ficaram exilados dos filhos, tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daqueles "pestes".
Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito para que eles acertem nas escolhas em busca da felicidade. E que a conquistem do modo mais completo possível. O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não podem morrer conosco.
Por isso os avós são tão desmensurados e distribuem tão incontrolável carinho.
Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam
".

Seja como for, não sou saudosista e acho esquisito falar ou escrever "no meu tempo", porque nosso tempo " deve ser sempre hoje". Mas algumas coisas confesso contemplar com grande susto, não é só a corrupção, a confusão, a violência e as drogas que grassam em nossa sociedade. Refiro-me a educação e a cultura. Não sei se é para rir ou chorar... Mas será que ainda há tempo para revertermos o nivelamento por baixo?

No trato com os adolescentes realmente esta é uma conversa diferente que julgo merecer um momento de introspecção... Principalmente se considerarmos como aplicavéis as palavras de Clarence Darrow:

"A primeira metade de nossas vidas é estragada pelos pais, a segunda por nossos filhos".

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

UM SONHO

Não basta fazer o melhor... Acredito que uma pessoa só pode se sentir completamente realizada quando tem oportunidade de exercitar o compartilhar com seus pares. Essa crença foi e continua sendo a minha maior motivação de vida... Busco sempre valorizar as ações das pessoas com quem mantenho contato... Antes porém que qualquer conceito possa ser emitido com base nesta declaração, permito-me destacar que nos meus tempos de trabalho ativo procurei pautar os meus atos e gestos na máxima de Confúcio:
"Trata teus superiores sem lisonja e teus subalternos sem desprezo".
Posicionamento que rendeu alguns embaraços funcionais... E continua rendendo... Afinal sempre que a oportunidade se apresenta fico do lado dos "excluídos".
Encontramos na Constituição da República Federativa do Brasil no Art. 5º:
"Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade..."
Exercitar a cidadania, respeitar direitos e a dignidade humana, em verdade, às vezes é um grande sonho ou um projeto irrealizável. A realidade da vida é bem diferente do sonho. Muito diferente daquele sonho retratado por Casimiro de Abreu em "OBRAS":
"O mundo um sonho dourado. A vida um hino d'amor".
O sistema social é frio... Não tem sentimento... Para fazer um sonho tornar-se realidade não considere tão somente a capacidade física, há de ter-se vontade indomável... Há de saber ousar e, infelizmente, ser até "oportunista". O vocábulo "oportunista" é aqui aplicado como parte integrante do sistema político em que a tática principal é a acomodação às circunstâncias, uma transigência adequada nos fatos e acontecimentos momentâneos, para a consecução de alguns objetivos.
A realização de um ideal passa pela página de um sonho... Pelo flertar com o silêncio... Com situações fantasiosas e outras regressivas de comportamento... Será que tudo pode ser considerado como reflexo de dedicação, persistência e ação? Dependendo de suas próprias convicções. Sim. Mas a realização poderá contar, também, com uma pequena dosagem de sorte, predefinição do destino et cetera
Como, na maioria das vezes, os nossos atos detêm um percentual de "interesse", podemos dizer que o pequeno ajuda o pequeno e o grande só ajuda o grande... Houvesse inversão nos relacionamentos... Muitos sonhos seriam realidade... Deixando de lado qualquer tendência ao aforismo, sem sombra de dúvidas, o início está em você...

('•.¸(`'•.¸ ¸.•'´)¸.•')
«`'• Você vê coisas e diz: por quê?
(.•'´(¸.•'´ Mas eu sonho coisas que existiram e digo:
(.•'´Por que não?
George Bernard Shaw•'´»