Sou mais um entre tantos...

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A FILOSOFIA E A MISSÃO DESTE BLOG INCLUI A DIFUSÃO DA CULTURA E A UTILIDADE PÚBLICA.

"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

Fé Esperança Caridade

Fé Esperança Caridade
Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

Verbete Wikipédia

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O BRASÃO

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Meus livros são minha essência.

ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA.

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CRÉDITO DE IMAGENS
Algumas obtidas na internet e formatadas com programas "freeware".


As pessoas passam, as obra permanecem. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas existe uma coisa que se chama: respeito. Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços... Valores... Reviravoltas... No final do caminho, as diversidades mais difíceis, não nos matam - nos tornam mais forte.
Estou de bem com a vida... Faço do escrever a minha terapia ocupacional.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou. Não há como renegar as minhas origens.
Servir à Marinha:
Uma visão!
Um sonho!
Uma vida!



quinta-feira, 30 de junho de 2011

SOLENIDADE NO CENTRO DE LITERATURA - FORTE DE COPACABANA


No dia 28 de junho de 2011 em reunião ordinária do Centro de Literatura - Forte Copacabana fui surpreendido, de certa forma, com a entrega do Diploma de Reconhecimento do  Mérito Literário por participar da Antologia em Versos e Prosa 2010 .

O Forte Copacabana tem como Comandante e Diretor do Museu Histórico o Coronel EB - Afonso Henrique Ignácio Pedrosa.


O Idealizador e Coordenador do Centro de Literatura é o Professor Antonio de Oliveira Pereira e a Coordenadora é a Professora Mara Lúcia Vicente Joaquim Miranda.

A capa da Antologia.



A poesia publicada na página 131.

O Diploma.

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sexta-feira, 24 de junho de 2011

ALDRAVIA

Entendo que a "aldravia" é uma maneira de poeticamente dar sentido a seis palavras, onde não é preciso realizar nada de especial, nem desejar o impossível. Nas palavras deve existir um pensamento e um sentido.

Dito isto, teimo e ouso escrever algumas  "aldravias"

NAS
INUNDAÇÕES
RIOS
ALTERAM
SEUS
FEITIOS.



TENTANDO
SER
AMADO
COBIÇO
SEU
CORAÇÃO.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

ECOS DA NOITE

Voltar no tempo impossível...
Da noite pro dia...
Passa o tempo fugaz.
Na alegria... Na tristeza...
Vai o tempo escoando...
Da noite pro dia...
Logo tudo será saudade...
Ah!
Se eu pudesse
No tempo voltar...
Da noite pro dia...
Viver do passado!
Nem no lamento.
Os ecos da noite...
Da noite pro dia...
Deixaram saudades...

quarta-feira, 15 de junho de 2011

UMA ANÁLISE DO ESCREVER

UMA ANÁLISE DO ESCREVER...


Para o psicólogo Julio Peres, escrever é uma maneira eficaz de superar situações difíceis, a partir do momento que a pessoa manifesta suas angústias e sofrimentos. "... À medida que buscamos palavras para descrever alguma situação, conseguimos reestruturar o trauma, processar os sentimentos envolvidos na história e, finalmente, superá-la. E isso tem um natural impacto positivo na saúde", explica."

Portanto, escrever sobre experiências pessoais pode fazer bem à saúde e ajudar a lidar com as próprias emoções.
Os benefícios da escrita não param por aí. O especialista acredita que este tipo de experiência permite ter domínio sobre as próprias emoções, lidar harmoniosamente com os mais diversos eventos e, consequentemente, ter mais autoconhecimento. "Escrever é conhecer melhor a si mesmo. Ao colocar os sentimentos no papel podemos observar e reconhecer as projeções do nosso eu, ampliando o aprendizado sobre nós mesmos. Ou seja, por meio das palavras traduzimos o que pensamos e mostramos o reflexo do que somos", avalia.
"Quem escreve pode se organizar para traduzir o que tem em mente, sem a ebulição emocional do momento. Já quem recebe o texto tem a oportunidade de ler e reler o conteúdo. Isso atenua a reação emocional e favorece uma melhor resposta para a ocasião. Para aproveitar todos os benefícios da escrita não basta simplesmente escrever uma história. É preciso estabelecer uma aliança de aprendizado com a adversidade. Nesse sentido, fazer um diário ou blog pode ajudar. A dica é que sejam escritas as experiências que tenham relevância emocional e aprendizados consistentes. Ainda que não consigamos expressar nossos sentimentos e memórias da maneira mais adequada, devemos tentar. Durante a escrita, é natural que insights aconteçam e um novo significado na direção do bem-estar seja processado", avalia o especialista.
 

segunda-feira, 13 de junho de 2011

MAIS REFLEXIVO... VIVO, ACORDADO E ENERGIZADO.


Depois que ultrapassei a barreira dos 70 anos estou mais reflexivo... Os sentimentos de mágoa e rancor não têm espaço na minha maneira de ser. Acreditem!!!!!!!!!!!!! É passado.


Calma!!!!!!!!!!! Não me colocando em "redoma de vidro" - aquela peça reservada ao uso daqueles santificados - reconheço que terei muita coisa para prestar contas: - Na dualidade que existe, combati com gestos ou palavras; procurei ser autêntico, sincero e leal em meus propósitos, tive momentos de ilusão, desilusão e fraquezas, alegrias e tristezas. Tantos medos, tanta coisa travada, tanta rejeição, tantas coisas e dores difíceis de explicar... Ainda carrego, por dentro, farpas que nem Freud explica. Tive a humildade de pedir desculpas quando estava errado. Assumi atitudes ousadas: mudei e aprendi.

Para mim os verdadeiros dias de festa são queles em que venço uma tentação... Atiro para bem longe de mim o  medo, a maldade ou a inveja. Momentos houve em que me considerei um verdadeiro "desastrado" e apesar de, em determinadas ocasiões, ter enveredado por caminhos tortuosos, não me desviei do bom caminho.

Continuo não me rendendo a coasão e, não me submeto a constrangimento imposto que deponha contra meus princípios ou signifique coação moral ou pressão psicológica de qualquer natureza.  A minha resposta é o silêncio.

Em síntese a minha vida prossegue sem grandes oscilações na certeza de que o maior prêmio é a consciência tranquila do dever cumprido.


Sou grato a Deus por estar vivo, acordado e energizado.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

SIPLESMENTE PARA MEDITAR...

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Não escutei! Isto é conversa de um septuagenário. Concordo. Mas convenhamos em nossas vidas há sempre um amanhã com a promessa de coisas melhores ou de alguma realização. Caso contrário, seríamos orientados sobre onde ir e o que fazer... Tantos desafios... Que cada problema enfrentado deve ser considerado como uma oportunidade de crescimento.

Sem sombras de dúvidas na condição de septuagenário é chegada a hora de me superar e tentar envelhecer com dignidade. Ser idoso não é mérito. Pintam-me como caquético, desprezado como força de trabalho, considerado ultrapassado. Não posso furtar-me de deixar a seguinte pergunta. Pergunta que não precisa ser respondida: - É injustiça ou discriminação o deixar de reconhecer os tesouros de sabedoria que os idosos são detentores. Mas como não tenho "marca registrada" e não faço parte de nenhuma classe dominante ou do socialite vou vivendo a minha vida atento para as palavras encontradas na Bíblia em MATEUS 7:6:
1 Não julgueis, para que não sejais julgados.
2 Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós.
3 E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho?
4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu?
5 Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão.
6 Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis aos porcos as vossas pérolas, para não acontecer que as calquem aos pés e, voltando-se, vos despedacem.

Plantei um árvore, fiz um filho e escrevi livros... Desejo ser tão somente cabeça boa e sem perder a minha indidualidade... viver o presente, o passado e o futuro... esquecendo os preconceitos que são o bom senso dos poucos inteligentes.

Como disse Caio Mário - 400 anos c.C. "Cada um é o artesão do seu destino". Que fique pois a lição deixada por aqueles que na vida combatem o bom combate.
Consideremos a vida como uma grande viagem e os nossos pensamentos como o itinerário.
Já notou como é difícil viver neste mundo?
Acreditemos na vida!


sábado, 4 de junho de 2011

BRAÇAL...

"O Braçal 1º BG é o símbolo maior da responsabilidade no cumprimento das missões, ostentá-lo representa, antes de tudo, o dever de cumprir e de fazer cumprir com esmero e abnegação, as normas e regulamentos, com firmeza, educação, coragem, disciplina e energia, quando se fizer mister. Servir à Pátria em qualquer Organização Militar do Exército é uma honra. 
Todo militar que recebe o 'Braçal 1º BG' deve manter e honrar as tradições que ele encerra com a consciência de um soldado de elite".

Tive a oportunidade de no dia 3 de junho, na sede do 1º BG, em São Cristovão, Rio de Janeiro, participar da solenidade de entrega do Braçal aos Recrutas 2011 desfrutando da companhia fraterna e amiga da Presidene do Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais (InBrasCI) - Acad. Com. Marilza A. Castro e do do Orador da Loja Maçônica Marquês do Herval nº 1624 -  Eminene Irmão João Pereira Leite.
UM POUCO DE HISTÓRIA.

O 1º Batalhão de Guardas criado 1823 por D. Pedro I foi formado com uma estrutura semelhante a um Batalhão de Caçadores. Seu primeiro comandante foi o Barão de Magé. Com a abdicação de D. Pedro I, foi implementada uma reorganização das tropas do Império e por um decreto de 1831 o Batalhão do Imperador foi extinto. Em 1933, Getúlio Vargas decide criar o Batalhão de Guardas (BG), norteado pelos mesmos princípios do passado e legitamando-o como o herdeiro legítimo das tradições do Batalhão do Imperador. Em 1960 com a criação de Brasília, o BG enviou para a capital federal um núcleo para a formação do Batalhão da Guarda Presidencial (BGP) e manteve-se firme no tradicional bairro de São Cristovão que tanto marca sua história, com a denominação de 1º Batalhão de Guardas até os dias atuais.
Garantir com excelência o cumprimento das missões requer uma estrutura física e logística, apoio e manutenção.
Toda esta organização é encontrada muito bem disposta no 1º Batalhão de Guardas que, atualmente, tem como Comandante o Ten. Cel. Alfredo de Andrade Bottino.

Nas duas oportunidades que convivi com o 1º Batalhão de Guardas foi possível constatar a dedicação daqueles militares que com  "profissionalismo", num clima de amizade e consideração, mantêm vivas as tradições do 1º BG.

 


A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor.
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

HUMILDADE & HUMILHAÇÃO



Publicado em


Humildade & Humilhação

Um das máximas tradicionais estabelece uma abordagem metafórica do conceito de humildade na relação entre o tronco da árvore de sândalo e o machado.
"Seja como o sândalo - que perfuma o machado que o fere." - diz o ditado.
A frase enseja algumas reflexões: por um lado pode veicular a idéia de que aquele que fere alguém levará consigo, por muito tempo, a lembrança do fato, ou o sentimento de culpa, o tormento, etc. Por outro lado, a mensagem mais recorrente com que temos deparado é a da humildade: a reação do sândalo frente ao machado que o fere seria de humildade, um sentimento de nobreza, de perdão, cristão em essência.
Entretanto, existe uma tênue - mas fundamental - linha que separa os conceitos de humildade e de humilhação.
Não estaria o sândalo sendo vítima da humilhação pelo machado? Da humilhação levada às últimas conseqüências...
Naturalmente, a resposta é discutível e de difícil consenso, porém nos remete à reflexão entre essas duas contingências, de etimologia semelhante, mas de acepção diferenciada: humildade e humilhação.
É uma atitude de nobreza de caráter ser humilde de coração, mas a humilhação merece repúdio, porque esta provém da prepotência, da intolerância - condições desprezíveis por princípio.
Um ato de sincera humildade tende a revelar um caráter nobre.
Uma atitude de humilhação pode desvendar um caráter podre.
Em síntese:
Humildade, sim.
Humilhação... jamais!
©Oriza Martins