Sou mais um entre tantos...

Sou mais um entre tantos...
A FILOSOFIA E A MISSÃO DESTE BLOG INCLUI A DIFUSÃO DA CULTURA E A UTILIDADE PÚBLICA.

"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

Fé Esperança Caridade

Fé Esperança Caridade
Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

Verbete Wikipédia

Verbete Wikipédia
Verbete Wikipédia

O BRASÃO

O BRASÃO
Visite o blog do Barão de Burity clicando no Brasão.
Meus livros são minha essência.

ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA.

ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA.
ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA - DOWNLOAD? POR FAVOR, CLIQUE NO TÍTULO.
CRÉDITO DE IMAGENS
Algumas obtidas na internet e formatadas com programas "freeware".


As pessoas passam, as obra permanecem. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas existe uma coisa que se chama: respeito. Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços... Valores... Reviravoltas... No final do caminho, as diversidades mais difíceis, não nos matam - nos tornam mais forte.
Estou de bem com a vida... Faço do escrever a minha terapia ocupacional e dedilho os primeiros acordes em teclado Yamaha.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou.

sábado, 9 de maio de 2009

VIVER NÃO DÓI OU DÓI?



Será que a dor do simples não realizado advém das coisas vividas, ou das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram?
Por que sofremos tanto por amor?

O certo seria não sofrermos, apenas agradecermos por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável: - Um tempo feliz.


Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows, livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado... Por todos os beijos cancelados...

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque alguém é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando as nossas mais profundas angústias, esse alguém, nã tem interesse em nos ou vir e muito menos nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples: - Se iludindo menos e vivendo mais!!!

A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.

Para mim o importante não é vencer... O importante é saber, em determinados momentos... Não perder a paz interior... Importante, também, é não se esconder atrás do argumento "eu sou assim mesmo" ou de ter evitar qualquer auto-acusação de erro, de equívoco ou, pior ainda, de pecado. Afinal, quando nos permitimos a possibilidade de diferentes posturas ou de diferentes condutas, estamos nos impondo alternativas de escolhas ou melhor nos damos o direito de exercitar, principalmente, o livre-arbítrio, assumindo, consequentemente, o fardo do encargo da opção.


AFINAL : -VIVER NÃO DÓI OU DÓI?

"A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional".

Carlos Drummond de Andrade