Sou mais um entre tantos...

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A FILOSOFIA E A MISSÃO DESTE BLOG INCLUI A DIFUSÃO DA CULTURA E A UTILIDADE PÚBLICA.

"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

"Considere como é difícil modificar a si mesmo e você entenderá quão pouca chance tem ao tentar modificar outras pessoas." - Jacob M. Braude

"Seja em você a mudança que quer para o mundo" - Ghandi´

Aos preconceituosos e aos piadistas, sugiro que olhem para si mesmos antes de julgarem os outros... Quem aponta um dedo para alguém, aponta três para si mesmo.


Fé Esperança Caridade

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Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

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CRÉDITO DE IMAGENS
Algumas obtidas na internet e alteradas com programa de edição de imagem.

PARA MEDITAR...

"OS HOMENS PASSAM, A OBRA PERMANECE!"

"GARIMPANDO AMIZADES:
PERDI MUITOS DIAMANTES ENQUANTO OCUPADO GARIMPAVA NO MEIO DE FALSAS PEDRAS PRECIOSAS."

"NÃO ME IMPORTO COM O QUE OS OUTROS PENSAM DE MIM. IMPORTO-ME COM O QUE EU PENSO E COM O QUE FAÇO. EIS UMA DAS CARACTERÍSTICAS DO MEU CARÁTER."

"NINGUÉM É OBRIGADO A GOSTAR DE ALGUÉM, MAS EXISTE UMA COISA QUE SE CHAMA: RESPEITO!"
Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços e valores. Reviravoltas. Ficamos surpresos... Às vezes, no caminho um pensamento nos faz dizer: -"Este é o pior momento da minha vida". Mas quer saber ? No final do caminho, das diversidades mais difíceis, o que não nos mata - nos torna mais forte.
Agora as diversidades não importam. Eis o dilema! A vida é uma jornada e não um aleatório destino. Egresso da Baixada Fluminense... Ex-Marujo...
De bem com a vida - acordado e energizado - faço do escrever a minha terapia ocupacional.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou. Não há como renegar as minhas origens. Quem renega as suas origens, nega a si mesmo.
Servir à Marinha:
Uma visão!
Um sonho!
Uma vida!


quarta-feira, 17 de junho de 2009

EMPREENDEDOR SOCIAL.

EMPREENDEDOR SOCIAL
Os termos empreendedor social e empreendedorismo social são traduções originárias da língua inglesa (social entrepreneur e social entrepreneurship), utilizados pela primeira vez em inglês entre as décadas de 60 e 70. O termo foi de fato difundido durantre as décadas de 80 e 90 por Bill Drayton, o fundador da Ashoka Empreendedores Sociais, e por Charles Leadbeater, escritor inglês.
Embora o termo seja relativamente recente, o empreendedorismo social é uma atividade antiga com vários exemplos ao longo da história. Durante os séculos XIX e XX, os empreendedores sociais promoveram avanços quanto à serviços públicos como saúde e educação junto à sociedade civil, ao governo e ao mundo.

Dito isto, apresentamos uma atividade desenvolvida pelos empreendedores sociais da ABBV.

Presidente: Prof: Eduardo Lemos
Projeto: O “Bem Viver” navegando com a Família Real no Brasil.
Público alvo: Jovem-idosas integrantes da Associação Beneficente Bem Viver - ABBV
Local/Data: Complexo Cultural da Marinha/Rio de Janeiro - 23 de novembro de 2008.
Supervisor/Responsável do Projeto: Alexander Man Fu do Patrocínio – Pedagogo (Aprendiz Maçom da Loja Marquês do Herval nº 1624)
Coordenadoras: Nádia Maria Man Fu Patrocínio / Verônica Azeredo Faria Lemos
Profissional Técnica em Enfermagem: Verônica Azeredo Faria Lemos – COREM nº 79.301
Número de Jovem-idosas participantes: 46 (quarenta e seis)
Saída: 11 horas – Regresso: 18 horas

1. Apresentação

Tendo a participação de 41 (quarenta e uma) jovem-idosas, com média de idade entre 51 a 83 anos, integrantes da Associação Beneficente Bem Viver (ABBV) que visitaram: Espaço Cultural da Marinha - criado em 1996, nas antigas Docas da alfândega do porto do Rio de Janeiro, para a extensão do acervo do Museu Naval; Submarino-Museu “Riachuelo” – construído em 1973 na Inglaterra, sendo incorporado à Armada Brasileira em 27 de janeiro de 1977; Helicóptero-Museu “Sea King (SH-3)” – Rei dos Mares - incorporado em 13 de maio de 1996, cujo emprego é detectar, localizar, acompanhar, atacar submarinos e alvos de superfície; Galeota Imperial – construída em 1808, em Salvador, quando da vinda da Família Real para o Brasil, sedo trazida para o Rio de Janeiro em 1809, onde serviu para deslocamento pela Baía de Guanabara; História da Navegação – mostra a evolução das embarcações, desde os meios primitivos aos modernos petroleiros; Arqueologia Subaquática no Brasil – conjunto de peças resgatadas em diferentes sítios arqueológicos, de embarcações naufragadas na costa brasileira de 1648 a 1916; e um pouco da nossa Marinha do Brasil, o seu poder Naval e o espírito aventureiro do marujo por intermédio do embarque na Escuna “Nogueira da Gama” – suspendendo e navegando nas águas da Baía da Guanabara rumo a Ilha Fiscal – construída no Século XIX, cujo objetivo era ser um posto alfandegário.

2. Objetivo

Fomentar e promover novas atividades as jovens da ABBV possibilitando agregar novas percepções e compreensão da nossa História e as mudanças que, hoje, vivenciamos; Fazer uma alusão aos fatos que cercaram o episódio histórico da chegada da Família Real portuguesa ao Brasil e, principalmente, o avanço tecnológico, da ciência que podemos aplicar na melhoria da qualidade de vida de todos os brasileiros. Contribuir para o acesso à produção de bens culturais, desenvolver ações de documentação e registro na comunidade, integração entre culturas de tradição oral e educação formal com outras esferas do conhecimento e da vida social.
E, ainda, apresentar elementos de convicção para a sociedade sobre a viabilidade de que podemos contribuir, com uma pequena parcela de tempo, e dedicar ao nosso jovem-idoso, que vem sendo, constantemente, colocado às margens do cotidiano e a mercê do poder público, melhores condições de qualidade de vida, de modo aumentar a sua auto-estima, o sentimento de pertencimento e a cidadania.

3. Metodologia

Dada a complexidade do assunto, buscou-se seguir metodologia que proporcionasse, simultaneamente, o exame do maior conjunto possível de dados e opiniões oriundas de estudos e conhecimentos existentes, respeitando as diferenças individuais e o conjunto de informações que cada um já trás consigo; de modo que alcançássemos a supremacia do bem estar e, acima de tudo o resgate das identidades individuais, a agregação de novos conhecimentos, capacidade de compreender, interpretar e multiplicar os novos saberes adquiridos com seus familiares e amigos.
Foram colhidos, também, depoimentos de pessoas envolvidas com o idoso e de especialistas vinculados às entidades comprometidas com o bem estar do idoso no Estado do Rio de Janeiro.

4. Desafios

Os desafios aqui sumariados devem ser encarados como indicadores de ações que devem ser implementados ou fortalecidos, de forma articulada, conjunta e sinérgica entre parcerias com setores publico ou privado, e não com obstáculos. A definição de um programa de estímulo e compreensão da importância do idoso para construção e manutenção das novas gerações.
Portanto, mais que um desafio pessoal, o que de fato se apresenta como objetivo a ser alcançado em curto prazo é fortalecer e disseminar essas experiências levando em conta a variada gama de alternativas existente em prol do aprimoramento e desenvolvimento de novas atividades voltadas para o bem estar dos idosos.

5. Inclusão Social

Os benefícios mais significativos em termos de inclusão relacionam-se à geração de novas expectativas de vida, cujo resgate da auto-estima é alvo principal da atividade. De modo a lhes proporcionar condições necessárias para desenvolverem e construírem reflexões sustentadas pelos princípios da autonomia, protagonismo, fortalecimento social integrado em uma trajetória mais apoiada em bases sólidas e sustentáveis. A troca de experiências entre as participantes é um ponto essencial para o êxito do passeio; não desconsiderando as adquiridas ao longo das respectivas vidas individuais.

6 – Dinâmica

6.1 – Embarque/palavras iniciais - Foram definidos, pelas Coordenadoras Nádia e Verônica, dois pontos de encontros/embarques das jovem-idosas: a) Igreja Nossa Senhora de Fátima (Banco de Areia); e b) Sede da ABBV (Vila Emil). Embarque previsto para as 11h e 11h20min respectivamente. As exigências definidas para o passeio (Blusa da ABBV, calça ou bermuda e tênis) foram prontamente cumpridas. Em ambiente familiar e agradável foram recepcionadas por Alexander Man Fu, responsável pelo Projeto, na igreja de Nossa Senhora de Fátima. Foram, individualmente, identificadas com crachá. A empresa que realizou o translado foi Evanil – 46 lugares – com ar condicionado e toalete. Houve um atraso de uma jovem, acarretando assim o descumprimento, parcial, da programação. Chegamos por volta das 11h35min na Sede da ABBV, tendo sido completado o embarque. Ainda, em relação a exigência a Técnica em Enfermagem Verônica apresentou-se devidamente identificada e com a vestimenta inerente a sua profissão. Foram exaradas palavras/mensagens de boas vindas e êxito no passeio pelo Professor Eduardo Lemos (Presidente da ABBV); Houve, ainda, uma dinâmica com a distribuição de 21 (vinte e um bombons) de modo que, as que receberam tinham a obrigação de dividir com a sua colega de viagem, formalizando assim o pacto de união; Encerrando com uma oração e conseqüentemente iniciando a nossa viagem com destino ao Espaço Cultural da Marinha. (Fotos anexas)

6.2 – Trajeto com destino ao Espaço Cultural da Marinha (Praça XV) – Iniciamos, de fato, nosso passeio às 11h50min quando entramos na Av. Presidente Dutra. Durante o percurso disse-lhes alguns procedimentos de segurança: a) Ao chegarmos ao Espaço Cultural: descerem com cuidado do ônibus, permanecerem agrupadas e aguardando novas instruções; b) quando no embarque no Helicóptero e no Submarinho terem a tranqüilidade e cuidado, pois, ambos possuem peculiaridades diferentes do meio civil comum; c) Ao embarcarem no Navio manterem a calma, em caso de um suposto enjôo, levantarem a cabeça e respirarem tranqüilamente; ter cuidado com a prancha (escada) que dá acesso ao Navio e ao Submarino, pois as mesmas se deslocam devido as marolas do mar; e d) Quaisquer tipo de “sinistro” não entrassem em pânico, pois eu e a Enfermeira Verônica estávamos preparados e daríamos as coordenadas para a solução do “problema”. No trajeto rodoviário foram-lhes apresentados os pontos principais dos locais avistados: Av. Brasil (criada no governo de Vargas – 1946 maior via em extensão no RJ – 50 Km, corta 28 bairros, velocidade máxima 90km, trafegam aproximadamente 250.000 veículos/dia); Acesso a Washington Luis, Linha Vermelha, Ilha do Governador, Linha Amarela, Ponte Rio x Niterói. Estação da Leopoldina, Av. Presidente Vargas, Prefeitura do RJ, Sambódromo, Monumento a Zumbi, Central do Brasil, Comando Militar do Leste, Campo de Santana, Delegacia de Proteção a Criança e Adolescente, Sede do Detran, Igreja da Candelária (um dos principais monumentos religiosos da cidade/obra artística do Séc. XIX, e palco de um triste episódio de violência ocorrido no Estado em 1993), Espaço Cultural Banco do Brasil, Tribunal de Justiça do RJ; chegando ao Espaço Cultural. (Fotos anexas)

6.3 – Espaço Cultural da Marinha – Desembarcamos e adentramos, em grupo, na Capitania dos Portos do Rio de Janeiro (Organização Militar da Marinha responsável pelo patrulhamento das nossas Costas e Orlas marítimas, bem como a Fiscalização das embarcações miúdas e de grande porte); Devido ao atraso de uma das jovens chegamos um pouco em cima da hora, tendo que logo embarcarmos na Escuna “Nogueira da Gama”. As condições climáticas não eram das melhores. O tempo estava nublado, um pouco chuvoso e ventos fortes que agitavam o mar, fato que já era previsto em relação a alguma jovem marear. Suspendemos e logo percebia a imensa alegria para as 41 jovens a bordo realizando a sua primeira viagem a bordo de um Navio da Marinha. (Fotos anexas)


6.4 – Escuna “Nogueira da Gama”/Ilha Fiscal – A alegria era constatada em cada semblante, assim como um certo medo – fato admissível inclusive para os novos marinheiros que realizam a sua primeira viagem de Instrução. A chuva apertou. Com isso o mar ficou um pouco revolto. Foi-lhes apresentado a Capitania do Rio de Janeiro, agora vista do mar, o Arsenal de Marinha, as barcas, a Ilha das Enxadas, Ilha das Cobras, os Navios de Guerra da Marinha, a Escola Naval, a entrada da Baía de Guanabara, o aeroporto Santos Dumont, o Pão de Açúcar, e por fim, atracamos na Ilha Fiscal. Fomos recebidos por uma Guia que apresentou toda a Ilha Fiscal e suas Histórias...(38 – trinta e oito degraus de escada que dá acesso a Torre na Ilha Fiscal, feito completado por todas as jovem-idosas inclusive pela Jovem mais “velha” Maria Torres da Silva – 83 anos que anda com auxílio de uma bengala. Como já era previsto, uma jovem-idosa passou mal durante a travessia, mas nada alarmante. Após ela pisar no cais restabeleceu a sua condição normal. Nos anais da Ilha Fiscal encontramos o registro do último baile do império, realizado alguns dias antes da Proclamação da República. Ao término da visitação guiada nos preparamos para o regresso ao Espaço Cultural. Porém, o tempo já estava mais chuvoso e o mar bastante agitado. Então, por questões de segurança optamos (Alexander e Verônica) de regressarmos ao Espaço Cultura de ônibus. (Fotos anexas)

6.5 – Regresso ao Espaço Cultural/Visitação Helicóptero-Museu SH-3 “Sea-King”- Fomos recepcionados pela Guia, formada em Turismo, Srta. Ana Carolina, que, de forma voluntária, acordou com Alexander Man Fu em participar e ajudar nessa segunda parte do passeio. Foi apresentado o Helicóptero-Museu Sea King - denominado Rei dos Mares (em caso de avaria em alto-mar ele possuí flutuabilidade) trazido para o Brasil pelo Porta-Aviões Minas Gerais, em 13 de maio de 1996, cujo emprego é detectar, localizar, acompanhar, atacar submarinos e alvos de superfície. Tem autonomia de vôo de até 5 horas, alcançando um teto máximo 12.000 pés = 3.600 m; possuí aparelhos de radar e sonar de profundidade variável, bombas e torpedos; Apoiou e participou de diversas missões humanitárias. (Fotos anexas)

6.6 – Visitação Submarino-Museu “Riachuelo” – O tempo ainda permanecia chuvoso e a visitação ao Submarino-Museu estava suspensa. Então, foi pedida autorização ao Oficial de Serviço, inclusive, eximindo-a de qualquer responsabilidade, devido o piso estar um pouco escorregadio criando, assim, uma atmosfera de delicadeza. Novas instruções foram passadas as jovem-idosas que, prontamente, assimilaram. De forma bastante organizada e tranquila as jovem-idosas adentraram na embarcação parcialmente submersa em continuação ao passeio guiado. O Submarino-Museu “Riachuelo” permaneceu em atividade durante 20 anos. De origem inglesa, foi construído em 1973 sendo incorporado à Armada (Marinha do Brasil) em 1977 - Força de Submarinos; desincorporado em 1997. O nome foi dado em memória à Batalha Naval do Riachuelo (11JUN1865) entre as Esquadras Brasileiras e Paraguaias, comandada pelo Almirante Barroso. Durante o passeio interno uma jovem ficou tonta. Prontamente, foi percebido pela Enfermeira Verônica e, retirada do interior da embarcação. (Fotos anexas)

6.7 – Exposições no interior do ECM – No interior do ECM conhecemos a Galeota (pequena embarcação com propulsão a remo – 18 remadores) Imperial D. João VI muito usada nos passeios e comércios costeiro em Portugal. Veio de Salvador rebocada por um navio à vela. O seu casco é todo construído com madeiras nobres, revestido de folhas de ouro, 24m de comprimento, em 1829 transportou a 2ª Imperatriz D. Amélia Augusta; em 1843 é a chegada de D. Tereza Cristina (esposa de D. Pedro II); No mesmo espaço visitamos a História da Navegação que retrata a evolução das embarcações, desde os meios navais mais primitivos aos mais modernos petroleiros e navios de guerra. Simultaneamente é exibida a técnica da ciência náutica, com o progressivo aperfeiçoamento dos métodos utilizados para obter-se a posição das embarcações no mar; Outra exposição é a sobre Arqueologia Subaquática no Brasil cujo, apresenta um conjunto de peças resgatadas em diferentes sítios arqueológicos, de embarcações naufragadas na costa brasileira de 1648 a 1916. Dentre os objetos destacam-se moedas de ouro, prata e cobre, porcelana chinesa, utensílios de louças e cerâmicas, canhões e munições; e por fim a Coleção Alves Câmara que retrata modelos de embarcações regionais brasileiras que, no passado, navegaram em grande número no nosso litoral e nos rios. Além dos modelos, estão reunidas as principais ferramentas utilizadas na construção de embarcações.

7. Conclusão

Tomando-se como base os dados observados e experiências trocadas concluímos que o trabalho desenvolvido teve um êxito acima do esperado, de modo que contribuiu para construção singular de novos saberes propiciando a sua multiplicação entre os jovens participantes. Foi-lhes demonstrado do quanto são importantes para o nosso convívio e não antigos conceitos deturpadores sobre o idoso no meio social. Mantiveram, em toda a realização do Projeto, atenção aos mínimos detalhes. Podemos observar também o encantamento com as informações que lhes eram transmitidas. Foi um momento de alegria, bem estar e prazer; o acumulo de novos conhecimentos falados, visualizados; os avanços tecnológicos; as tradições, costumes do Homem do Mar a bordo dos navios da Marinha do Brasil.
O nosso compromisso em desenvolver novos paradigmas faz com que novos sonhos sejam materializados. Somos movidos por inovações e não compactuamos com o básico. Não ficamos felizes com o statu quo. Somos empreendedores sociais apesar das restrições, porém o apetite de querer fazer sempre o melhor e em busca pela inovação. Em cada pequeno gesto e no brilho de cada olhar encontramos a certeza de que a felicidade se constrói um dia após o outro junto com alegrias e desventuras, basta que nunca percamos a Fé em Deus e a Esperança de contribuir para um mundo mais igualitário e com a ausência da discriminação social.
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Rio de Janeiro, RJ; em 8 de junho de 2009.

ALEXANDER MAN FU DO PATROCÍNIO
Pedagogo