Sou mais um entre tantos...

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A FILOSOFIA E A MISSÃO DESTE BLOG INCLUI A DIFUSÃO DA CULTURA E A UTILIDADE PÚBLICA.

"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

Fé Esperança Caridade

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Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

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As pessoas passam, as obra permanecem. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas existe uma coisa que se chama: respeito. Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços... Valores... Reviravoltas... No final do caminho, as diversidades mais difíceis, não nos matam - nos tornam mais forte.
Estou de bem com a vida... Faço do escrever a minha terapia ocupacional e dedilho os primeiros acordes em teclado Yamaha.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

ASSIM É A VIDA...

Assim é a vida... vez por outra encontramos pessoas maravilhosas... Dizem que a primeira impressão é a que fica... Portanto, Maria Luiza Santos Gomes de Oliveira você marcou o nosso encontro e durante muito tempo manterei viva na memória a nossa primeira conversa.
Aceite o meu abraço fraternal e poetano com os votos de sucesso.
Com muita satisfação disponibilizo a poesia remetida, via mensagem eletrônica, no domingo, 1 de novembro de 2009 – 23:38

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A Primeira Docagem do NAe São Paulo


O mês e o dia são sete
No relógio sete
Inverno de céu azul
Fase de lua cheia
Estrelas o céu permeia
Na ilha agitações
Motivo: Porta-Aviões
O maior, o mais famoso
Da esquadra brasileira
O São Paulo agitou
A nossa ilha inteira
Sua primeira docagem
Exigiu calma e coragem
Da família marinheira
Almirante Régis, o dique
Preparado pra missões
Abrir-se para receber
O imenso Porta-Aviões
Militares e civis
Conhecimentos diversos
Unindo universos
Fase criteriosa
Foi o planejamento
A execução da faina
Realizou-se a contento
Macacões, coletes, capacetes
Espias cinzas e amarelas
Transformaram o espaço
Em uma enorme aquarela.

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A Desdocagem do NAe São Paulo


Manhã sete de outubro
Passa das sete horas
Depois da chuva vislumbro
Poças restam agora
Refletindo tons de chumbo
Rápidas que vão embora
O dia tão cinzento
Sem sol, brilho e calor
Dique vago no momento
Tem homens no seu labor
Fim do enclausulamento
Guiou-o o rebocador
Na ilha imenso vazio
Aeródromo partiu
Desdocou sem um pio
Pouca gente assistiu
Maré alta desafio
De dentro do dique saiu
Diária rotina
A ilha retomou
Lembrança na retina
A atração terminou
Saída em surdina
Logo no cais ancorou.

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Malu Oliveira, setembro/2003

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No ano de 2005 Maria Luiza nos presenteou a poedia SOU MARINHEIRO. Na fotografia da placa a poesia não ficou nítida.


Razão pela qual vou transcrevê-la.

Ao Comandante Hespanha,

Sou Marinheiro

Conheço o navio de proa a popa
Do mastro ao lastro
Do convés ao calado

Em cada partida
Triste despedida
A alegria do retorno
O regresso ao porto;
A emoção do atracar

Mochila às costas
Coração apertado
Ansiando voltar

O mundo esférico
Torna-se pequeno
Diante do meu navio
Que cruza todo o mar

Mar que tem um cheiro
Que reconheço de longe
Encapelado parece
Um potro bravio
Jogando o navio
De lá para cá

Quando liso, parece um tapete
Que nos permite até deslizar

Inúmeras histórias, tenho pra contar
Começam na terra e chegam ao mar
Meu navio, minha armadura
Motivo da minha bravura
Na defesa do que é brasileiro
Pois afinal, sou marinheiro

Hoje, fico no porto, fico em terra
Mas continuo a amar o mar
Um amor mais que verdadeiro
Porque antes de tudo, sou marinheiro.

Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, 11 de março de 2005.

Maria Luiza – AMRJ-08