Sou mais um entre tantos...

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A FILOSOFIA E A MISSÃO DESTE BLOG INCLUI A DIFUSÃO DA CULTURA E A UTILIDADE PÚBLICA.

"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

Fé Esperança Caridade

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Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

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O BRASÃO

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Meus livros são minha essência.

ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA.

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Algumas obtidas na internet e formatadas com programas "freeware".


As pessoas passam, as obra permanecem. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas existe uma coisa que se chama: respeito. Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços... Valores... Reviravoltas... No final do caminho, as diversidades mais difíceis, não nos matam - nos tornam mais forte.
Estou de bem com a vida... Faço do escrever a minha terapia ocupacional e dedilho os primeiros acordes em teclado Yamaha.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

NÃO HÁ NINGUÉM FEIO AOS DEZOITO, AOS VINTE ANOS.

CERTA VEZ, DISSE MÁRCIA DE WINDSOR, ANTIGA JURADA DE PROGRAMAS DE AUDITÓRIO DA TELEVISÃO: - NÃO HÁ NINGUÉM FEIO AOS DEZOITO, AOS VINTE ANOS.
Como ganhar leveza na juventude, quando praticamente tudo nos possibilita fruir a vida, mas nos restringimos por causa da insegurança, baixa autoestima, um olho enorme que só encerga o que não é perfeito em nosso corpo? Certa vez, ouvi Márcia de Windsor, uma antiga jurada de programas de ausitório da televisão, dizer que não há ninguém feio aos dezoito, aos vinte anos. A questão é que, nessa idade, só vemos nossos defeitos, e perdemos oportunidades valiosas, porque nos falta autoconfiança.
Como ganhar leveza, quando chegamos aos cinquenta, e já assimilamos regras, normas, saberes, afazeres e deixamos de ver que, em nossa maturidade, TUDO é possível, porque não temos mais a insegurança da juventude e podemos fruir da vida o melhor? Como quebrar, aos cinquenta (ou mais), os paradigmas que nós mesmos criamos para correspondermos a uma imagem que, supostamente, o meio em que vivemos faz e exige de nós?
Às vezes, fico pensando que, no momento da verdade (aquele que acontece para todos - o da partida deste mundo -), talvez descubramos que vivemos toda uma vida para dar satisfações aos outros, mantendo-nos fiéis a uma imagem que construímos e vendemos de nós mesmos. Lá, na hora H, talvez descubramos que esse foi o maior dos nossos equívocos, porque viver é uma oportunidade valiosa demais para ser gasta em nome das expectativas dos outros. Viver é um experiência pessoal, e experimentamos o nosso melhor quando usufruírmos de toda a beleza, de todos os sentimentos, de toda gratuidade. Talvez a maior das inovações seja viver em plenitude o que nos foi dado ser.
(Artigo publicado na Revista RioSport - pág. 96 - Ano.03#11.DEZ.09.MAR.10)