Sou mais um entre tantos...

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A FILOSOFIA E A MISSÃO DESTE BLOG INCLUI A DIFUSÃO DA CULTURA E A UTILIDADE PÚBLICA.

"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

Fé Esperança Caridade

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Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

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ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA.

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Algumas obtidas na internet e formatadas com programas "freeware".


As pessoas passam, as obra permanecem. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas existe uma coisa que se chama: respeito. Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços... Valores... Reviravoltas... No final do caminho, as diversidades mais difíceis, não nos matam - nos tornam mais forte.
Estou de bem com a vida... Faço do escrever a minha terapia ocupacional e dedilho os primeiros acordes em teclado Yamaha.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES...

Algumas considerações sobre
Cidadania
Civilidade
Sobrevivência

Nos últimos anos os bons costumes, o respeito mútuo, a solidariedade, a caridade e muitas outras "virtudes" parecem que ao passado pertencem.
O ser humano dotado de inteligência parece regredir no tempo e no espaço. Infelizmente, por poder e dinheiro, não mede esforços em meios que justifiquem os fins para conseguir objetivos.
Por outro lado, o ser humano hodierno tem avançado e muito no campo da ciência, da tecnologia, com ótimas perspectivas em relação a cura de doenças. Nesta linha de raciocínio: - Será válido afirmar que o ser humano brinca de ser Deus. Certo ou errado?

Desculpa, na maioria das vezes, é uma palavra e ação excluída do "modus vivendi" (que em latim significa um acordo entes partes cujas opiniões diferentes, mas de tal maneira que elas concordam em discordar).
Quantas vezes fazemos coisas que sabemos não serem certas? Quantas vezes decidimos assumir os riscos de nossas decisões, mesmo sabendo que não são adequadas?
Dispendemos tempo blefando, tentando enganar... Intimamente, dizemos: - Sei que estou errado mas continuarei...
O ser humano parece, salvo juízo contrário e com algumas exceções, esquecer de duas elementares coisas que não voltam jamais:
- a palavra
- a oportunidade
Errar tentando acertar é uma coisa. Errar pelo simples prazer de errar é outra. Persistir no erro é "burrice". Será que temos mesmo o direito de fazermos o que quisermos com nossas vidas?
No mundo existem diversas regras, entre outras: dos bons costumes, da moral, da ética, da cidadania e da civilidade. Até podemos fazer nossas regras. Porém, via de regra, elas contrariam alguns códigos de conduta. Estamos certos ou errados com as nossas próprias regras?
Será lícito formatar regras que, simplesmente, destinam-se a satisfazer nossas vaidades e inconfessáveis desejos? A isto podemos chamar "egoísmo". Correto?

Tudo começa no "berço", isto é na nossa origem. E, aqui é conveniente abrir parênteses para asseverar que: - Não há "cultura" que faça um ser humano ter bons princípios. Bandido, canalhas, corruptos etc existem em todos os seguimentos sociais, independentemente de pobre ou rico. A honradez existe, também, nas pessoas humildes, refiro as que não conhecem a diferença em um "o" (a quarta vogal do alfabeto) e um "0" (valor da variável que torna nula uma função dessa variável).
Um amigo que não mais está neste mundo, dizia o seguinte: "Ser honesto é uma obrigação e não algo digno de elogios."
Escrever, falar sobre cidadania, civilidade e sobrevivência nos arremete à realidade que temos deveres e direitos. Primeiro cumprir os deveres para podermos depois, plenamente tomar posse dos direitos. Entretanto, isto pouco acontece e a "Lei de Gerson" - de levar vantagem em tudo - é o conceito mais usado entre a maioria dos seres humanos.
Falta solidariedade, falta de humanidade.
Maridos não respeitam esposas e vice-versa, pais não respeitam os direitos dos filhos e a recíproca é verdadeira, causando verdadeiras batalhas familiares.
O ser humano precisa conscientizar-se de que os outros também têm direitos, precisamos ser compreensivos, respeitadores das leis e preceitos de boa vizinhança, precisamos ser mais solidários com os outros seres que habitam nosso planeta, precisamos compreender que não somos animais irracionais e deixar de agir como tal.
Pregamos a paz e fabricamos armas, os políticos são inescrupulosos e irresponsáveis, formam cartéis, verdadeiras quadrilhas que assaltam os cofres públicos, dinheiro que deveria ser empregado para o bem estar da sociedade.

Na realidade o que falta ao ser humano é ter Deus em suas vidas, o homem, sem exceção acha que pode resolver a sua vida por si próprio, é neste ponto que ele cai no abismo, é aí que sua vida degenera-se, quando ele tenta fugir do crivo das coisas sagradas e pensa que pode agir contrariando leis e preceitos.
Enfim, falta-nos disciplina e cidadania, entre outras coisas e acima de tudo.

De certa forma, faz sentido a mistura de tantos significados. A história das lutas para a afirmação de valores éticos: como a liberdade, a dignidade e a igualdade. Consequentemente, existe um estreito relacionamento com tantos significados que na história se confundem com a história dos direitos humanos. Portanto, existe um estreito relacionamento entre civilidade, cidadania e sobrevivência. Não temos o direito de impedir os outros de viverem suas vidas só porque não pertencem a mesma classe social, raça ou religião que a nossa. Todos nós temos direitos e devemos fazer valer o mesmo independente do que somos ou temos. Entretanto, não podemos e nem devemos esquecer os deveres.
Falar de civilidade, cidadania e sobrevivência implica em primeiro cumprir os deveres de cidadãos para depois tomarmos posse dos direitos. No dia em que o binômio "deveres x direito" for obedecido, sem sombra de dúvidas, a sociedade e o mundo serão bem melhores... um estreito vivenciar uma justa democracia e outros direitos fundamentais asseguradores de condições dignas de sobrevivência.
Xô pessimismo!!!!!!!! Na condição de frágil criatura minha vida nada mais representa do que um ponto colocado entre duas eternidades: um presente momentâneo, um finito presente e um infinito porvir.

Dia virá em que o ser humano deixará de ser o lobo do próprio ser humano.