Sou mais um entre tantos...

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A FILOSOFIA E A MISSÃO DESTE BLOG INCLUI A DIFUSÃO DA CULTURA E A UTILIDADE PÚBLICA.

"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

Fé Esperança Caridade

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Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

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ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA.

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Algumas obtidas na internet e formatadas com programas "freeware".


As pessoas passam, as obra permanecem. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas existe uma coisa que se chama: respeito. Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços... Valores... Reviravoltas... No final do caminho, as diversidades mais difíceis, não nos matam - nos tornam mais forte.
Estou de bem com a vida... Faço do escrever a minha terapia ocupacional e dedilho os primeiros acordes em teclado Yamaha.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou.

sexta-feira, 28 de março de 2014

CONVERSA DIFERENTE


Constato que o bom e o  belo existem no torvelinho da violência e da discriminação... Como um contraponto bem que as coisas poderiam melhorar. Por exemplo: os jornais publicariam notícias sem dar manchetes às maldades que grassam por aí por mais real ou raras que fossem.  Infelizmente, não há como negar que a rotina da barbárie entorpeceu as principais capitais e avança pelos rincões do país. Tudo muito grave! Reverter tal pasmaceira eis o grande desafio. Como contribuir para esmagar o mal sem explorar o físico e o emocional. Um caminho, por mais utópico é  reaprendermos o exercício da cidadania, talvez, até com a loucura que, em nome da maldade, em proporções oceânicas, que se instalou  em por aí se inverta e, se transforme em elemento agregador da grande família chamada de sociedade - composta por gente de todas índoles: trabalhadora, gentil ou calhorda... Como dizem os sociólogos, a sociedade é historicamente, em qualquer classe social, constituída por pessoas de fibra que triunfam sem se corromper.
 
Muito embora sejam referências críticas a abordagem de alguns temas trazidos para esta "Conversa diferente", foge aos apelos e às comédias proporcionados por exageros que afastam uma realidade. Realidades onde brota a esperança de melhores dias - mesmo desacreditando na justiça e na igualdade dos homens. "Conversa diferente"  não é um desfilar de irrelevantes considerações. Neste turbilhão fiquemos atento às palavras de Pietro Ubaldi:

"Sem renovação não há vida; o absoluto só pertence a Deus,
 não aos homens!"

As palavras me "terapeutam" e "catapultam", preciso escrever... "Conversa diferente"  apresenta algumas furtivas facetas de um mundo onde a realidade e o sonho, por vezes, se entrelaçam de tal forma que é impossível distingui-las. Nas palavras de João Gaspar Simões em "Mistério da Poesia", encontraremos:

"Não analisamos, não deduzimos, não induzimos,
não abstraímos etc – Somos instinto, somos força da natureza."

No contraponto invertível, palavras de Marcial (40-120), poeta e aforista hispano-latino:

"A pessoa capaz de sentir prazer com o próprio passado vive duas vezes."
 
Não é leviano afirmar que todos os seres humanos têm bons e maus momentos. Mas, se estiverem  "bem resolvidos", passam pelos altos e baixos sabendo que um pouco mais à frente tudo vai melhorar.
 
Nesta "conversa diferente"  o intuito não foi inventar a roda. A ideia foi identificar e reconhecer algumas limitações... Comparando a vida a um corredor pavimentado por emoções, sucessos, fracassos e harmoniosas temporalidades... Onde nada é eterno, a única certeza é a morte e que estamos sujeitos a "Lei das Causas e Efeitos" que declara a semeadura é livre e nos sujeita a um obrigatória colheita...
 
Que antes de exalar o último suspiro, afirmemos conscientemente:
"Oh! Paradoxo angustiante. Como uma metamorfose ambulante não fiquei parado... Mesmo no acaso do silêncio - Cumpri o  dever de cidadão do mundo."