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Fé Esperança Caridade

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Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

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As pessoas passam, as obra permanecem. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas existe uma coisa que se chama: respeito. Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços... Valores... Reviravoltas... No final do caminho, as diversidades mais difíceis, não nos matam - nos tornam mais forte.
Estou de bem com a vida... Faço do escrever a minha terapia ocupacional e dedilho os primeiros acordes em teclado Yamaha.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

80 ANOS SEM FERNANDO PESSOA

Mensagem recebida da:
 
 
Fernando Pessoa é tema de eventos em Portugal nos 80 anos de sua morte

Exposições, conferências, peças e leituras lembram o poeta português.
Ele morreu em 30 de novembro de 1935, devido ao abuso de álcool.
 
Portugal preparou nos últimos dias exposições, conferências, peças de teatro e leituras em homenagem a Fernando Pessoa (1888-1935), cuja morte completa 80 anos nesta segunda-feira (30).
"Não sei o que o amanhã me trará". Estas palavras, redigidas em inglês, foram as últimas atribuídas a Pessoa, que morreu em Lisboa em 30 de novembro de 1935 no Hospital de São Luís dos Franceses. Ele tinha 47 anos e sofreu uma crise de pancreatite aguda causada por seu abuso de álcool.
Pela efeméride, o autor de obras como "Livro do dsassossego" receberá várias homenagens, como uma conferência na Universidade do Porto e leituras na Casa Fernando Pessoa, instituição que preserva o legado e o espólio do poeta no mesmo edifício lisboeta no qual viveu os últimos 15 anos de sua vida.
"Nossa natural angústia de pensar: Fernando Pessoa e as marcas que deixou na poesia portuguesa" será a peça dirigida por Luis Miguel Cintra representada no Teatro Cornucópia de Lisboa.
A obra múltipla de Fernando Pessoa é considerada pela crítica como uma rede que  prende o leitor por seu audaz conceito de autoria. Pessoa passou para a história da literatura pelo uso de heterônimos, uma técnica da qual se serviu para criar autores fictícios que produzem registros literários diferentes.
O poeta assinou, por exemplo, como Bernardo Soares, Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Alberto Caeiro. São quatro de seus heterônimos mais conhecidos, e através deles o autor teceu uma relação que cativa e questiona o leitor.
"Ricardo Reis é mais real porque Álvaro de Campos fala mal dele", declarou à agência EFE o pesquisador colombiano Jorge Uribe, um dos grandes especialistas da obra de Fernando Pessoa, ao lado do também colombiano Jerónimo Pizarro.
A construção desta singular relação entre os heterônimos provoca a necessidade de voltar a ler outras obras para satisfazer a curiosidade.
A complexidade e flexibilidade dos trabalhos de Pessoa é tamanha que deixa "nas mãos" do leitor o compromisso de encaixar a obra em um determinado gênero, seja filosofia, poesia ou ensaio, segundo o pesquisador colombiano.

Filosofia e ocultismo: Esta era uma tarefa complicada, pois os campos de interesse do escritor eram tão vastos que abrangiam desde filósofos clássicos, como Platão, até os assuntos de magia e ocultismo tratados pelo britânico Aleister Crowley (1875-1947).
De Pessoa, a crítica destaca a obra "Mensagem" (1934) e o famoso romance "Livro do desassossego", escrito com um estilo de diário, que apareceu anos após sua morte e atribuído ao heterônimo de Bernardo Soares.
Interessado em ocultismo e misticismo, e fascinado pela língua inglesa – passou sua juventude em Durban, na África do Sul –, Fernando Pessoa era um poliglota que escrevia em português, inglês e francês.
Entre muitos outros temas de interesse, abordou correntes místicas como o "sebastianismo", inspirado no retorno triunfal do rei português Sebastião I (1554-1578), falecido em uma expedição no Marrocos e cujo desaparecimento precipitou o domínio espanhol durante 80 anos.
Também tratou sobre o "Quinto Império", um tema profético de origem milenar recorrente na literatura lusa pelo qual Portugal ostentaria o quinto grande império da história.

Fama mundial somente após a morte: Como ocorreu com outros artistas, o revolucionário estilo literário de Fernando Pessoa só alcançou fama mundial várias décadas após sua morte e inspirou escritores de renome, como José Saramago (1922-2010) e o italiano António Tabucchi.
Por isso, é considerado uma das maiores figuras literárias de Portugal, à altura de Luiz Vaz de Camões (1524-1580) e do próprio José Saramago.       
Seus restos mortais, enterrados no Cemitério dos Prazeres, descansam desde 1985 no Claustro do Mosteiro dos Jerônimos, onde jaz o próprio Camões e outras figuras da história portuguesa como o Infante Dom Henrique e Vasco da Gama.
 
Fontes:
FERNANDO Pessoa é tema de eventos em Portugal nos 80 anos de sua morte. G1: pop & arte, 30 nov. 2015. <http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2015/11/fernando-pessoa-e-tema-de-eventos-em-portugal-nos-80-anos-de-sua-morte.html>. Acesso em: 30 de nov. 2015.

OITO décadas da morte de Fernando Pessoa assinaladas com publicação de inéditos. RTP: o essencial, 30 no. 2015. Disponível em: