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"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

Fé Esperança Caridade

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Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

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As pessoas passam, as obra permanecem. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas existe uma coisa que se chama: respeito. Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços... Valores... Reviravoltas... No final do caminho, as diversidades mais difíceis, não nos matam - nos tornam mais forte.
Estou de bem com a vida... Faço do escrever a minha terapia ocupacional e dedilho os primeiros acordes em teclado Yamaha.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

CEGOS?

Autora: Alessandra Lesles Rocha
Publicado em: http:www.paralerepensar.com.br
10/09/2008
Quanto mais me rendo a observação da humanidade mais me inquieto diante de sua cegueira coletiva. Sim! Muitos de nós estão cegos! Não me refiro a cegueira que acomete aos olhos e impede uma visão clara do mundo ao redor; mas, algo que compromete os sentidos e bloqueia a percepção pessoal e coletiva da vida, do cotidiano, da própria existência.
Se o jiló é um exemplo trivial da amargura e sua lembrança nos repugna com tanta veemência o paladar, por outro lado nossa cegueira conduzi-nos a fazer das experiências diárias degustações de jilós sem piedade. É como se a mente não conseguisse correlacionar as duas vertentes ruins e nos impingisse a transferir o desagrado semelhante sem identificá-lo como tal.
Os sentidos humanos parecem letárgicos em alg uns momentos e em plena confusão em outros, o que torna tudo sem foco, sem cor e sem luz para o Homo sapiens do século XXI. Olhos que vêem e não decodificam a imagem real. Ouvidos que ouvem e não decodificam mensagens. Narizes que cheiram e não decodificam odores. Bocas que engolem e não decodificam o que estão degustando. Peles que sentem e não decodificam o toque.
A cegueira pôs em questão o certo e o errado, o querer e o poder, o ser e o ter, o viver e o morrer. Sua profundidade corrompeu-lhe os princípios, a ética e a moral. Para um cego tamanha desorientação é o que de pior pode lhe acontecer.
Como quem entra num quarto escuro, os primeiros momentos são difíceis, mas gradativamente o ambiente torna-se familiar; por isso, é preciso atenção, reduzir a velocidade dos pensamentos e ações, estabelecer-se na nova condição para buscar a saída dela. Não somos cegos! Estamos cegos! Esta diferença básica e fundamental nos permite transpor as barreiras e retomar as rédeas da situação. O que nos incomoda, nos infelicita, não tem que ser perpetuado mesmo sob outras perspectivas; há de se extirpar ou se possível converter em algo mais feliz e produtivo. Se "em terra de cego quem tem um olho é rei", vamos tomar posse de nossos reinos e viver sob o signo da luz. Nós, seres humanos, não fomos feitos para vagar errantes e distantes da razão; ao contrário, nossos pares de olhos são símbolos perenes de que necessitamos sempre espiar além deles, compreendendo os elementos de nossa própria essência.

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