Sou mais um entre tantos...

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"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

Fé Esperança Caridade

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Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

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As pessoas passam, as obra permanecem. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas existe uma coisa que se chama: respeito. Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços... Valores... Reviravoltas... No final do caminho, as diversidades mais difíceis, não nos matam - nos tornam mais forte.
Estou de bem com a vida... Faço do escrever a minha terapia ocupacional e dedilho os primeiros acordes em teclado Yamaha.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou.

sábado, 27 de setembro de 2008

VIRTUDE

Aristóteles afirmou que a virtude é um traço de caráter manifestado no agir habitual. O “habitual” é importante. A virtude da honestidade, por exemplo, não é possuída por alguém que diz a verdade apenas ocasionalmente ou quando isso lhe é vantajoso. A pessoa honesta é naturalmente veraz; as suas ações “brotam de um caráter firme e inabalável”. Isto é um começo, mas não basta. Não distingue as virtudes dos vícios, pois os vícios são também traços de caráter manifestados nas ações habituais.
Edmund L Pincoffs, um filósofo que lecionou na Universidade do Texas, fez uma sugestão que resolve este problema. Pincoffs sugeriu que as virtudes e os vícios são qualidades a que nos referimos para decidir se alguém merece ser procurado ou evitado. “Nós preferimos alguns tipos de pessoas, outros evitamo-los”, afirma. “As particularidades na nossa lista [de virtudes e vícios] podem servir como razões para preferir ou evitar pessoas”.
Procuramos pessoas por razões diferentes, e isto tem implicação nas virtudes relevantes.
[1] Quando procuramos um mecânico de automóveis, queremos alguém habilidoso, honesto e consciencioso;
[2] Ao procurar um professor, queremos alguém com conhecimentos, fluente e paciente.
Assim, as virtudes associadas à reparação de automóveis são diferentes das virtudes associadas ao ensino.
Mas também avaliamos as pessoas enquanto pessoas, de uma forma mais geral, pelo que temos não apenas o conceito de um bom mecânico ou de um bom professor, mas de uma boa pessoa.
As virtudes morais são as virtudes das pessoas enquanto pessoas. Aproveitando a deixa de Pincoffs, podemos, pois, definir uma virtude como um traço de caráter, manifestado nas ações habituais, que é bom uma pessoa possuir. E as virtudes morais são as virtudes, que é bom todas as pessoas possuírem.

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